DEFININDO A ESTRATÉGIA DO SEU NEGÓCIO

Outubro 25, 2007

EstratégiaBoa noite Amigos,

Meu objetivo com este post é induzir o empresário a fazer uma auto-análise sobre a atual situação do seu negócio.

Pela conversa que tive com alguns pequenos empresários, a maior parte deles não traça uma estratégia para a sua empresa. Este tipo de postura engessa a organização como um todo, impossibilitando um crescimento a longo prazo. Mas acredito que o pior de tudo, é a falta de compreensão sobre a importância deste planejamento.

Definir a estratégia da sua empresa, é determinar o curso e o seu modo de atuação no mercado que atua. Ela serve como referência para as ações individuais, canalizando os esforços dos colaboradores em direção aos objetivos da empresa.

Para traçar a sua estratégia, é importante ter pleno conhecimento do ambiente em que sua empresa atua. Com este conhecimento será possível proteger-se das ameaças e aproveitar as oportunidades. Pode parecer simples, mas é a partir desta informação que sua estratégia começará a ser desenhada.

Faça a análise com calma e sem pressa!!

Fazendo o seu “trabalho de casa” bem feito, sua empresa só tem a ganhar. Caso tenha dificuldades em criar a sua estratégia, invista na contratação de um consultor. Ao longo do tempo, este investimento renderá muitos frutos.

[]´s


DICIONÁRIO DE GESTÃO – LETRA A

Outubro 25, 2007

DUVIDA

Boa noite Amigos,

Divulgarei abaixo a primeira parte do dicionário dos termos usados em gestão:

A. H. MASLOW
Psicólogo norte-americano que desenvolveu um esquema para explicar a intensidade das necessidades humanas, estabelecendo uma hierarquia entre elas. Maslow defende a possibilidade real de melhorar a natureza humana e, por extensão, melhorar a sociedade. Ele estabeleceu as três premissas que influenciam fortemente a política de recursos humanos das empresas japonesas:
a) O Potencial Mental das pessoas é distribuído de modo aleatório entre elas;
b) A instatisfação é um estado natural do ser humano;
c) Existem cinco Necessidades Básicas Humanas (ver) que devem ser satisfeitas simultaneamente: Necessidades Fisiológica, de Segurança, Sociais, de Estima e de Auto-Realização.
É de sua autoria a frase“…quando falamos sobre as necessidades dos seres humanos, estamos falando sobre a essência de suas vidas”. Maslow escreveu, dentre outros, os seguintes livros: “Motivation and Personality”, “Toward a Psycology of Being”. A introdução do modelo americano da qualidade no Japão sofreu grande influência da obra de Maslow , juntamente com McGregor e Herzberg. vem ser satisfeitas simultaneamente: Necessidades Fisiológica, de Segurança, Sociais, de Estima e de Auto-Realização. É de sua autoria a frase“…quando falamos sobre as necessidades dos

ABNT – CSM – 16
Associação Brasileira de Normas Técnicas – Comitê Setorial Mercosul de Gestão Ambiental.

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas
Entidade privada sem fins lucrativos, fundada em 1940, atua como Fórum Nacional de Normalização e é credenciada pelo CONMETRO – Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial. A ABNT representa no Brasil as entidades de normalização internacional ISO – International Organization for Standardization e IEC – International Eletrotechnical Comission. Compete à ABNT, através do Certificado de Registro de Empresa, a Certificação do Sistema de Garantia da Qualidade de uma empresa em relação aos requisitos de uma das normas ABNT da série NBR ISO 9000 (ver).

ABNT – CB/25
Associação Brasileira de Normas Técnicas – Comitê Brasileiro da Qualidade.

AÇÃO CORRETIVA
Procedimento adotado caso a meta padrão não tenha sido atingida. Envolve os seguintes procedimentos: relato de anomalia, remoção do sitoma, análise da anomalia e revisão diária. Mudança que se introduz em um processo objetivando restabelecer ou alcançar um estado de conformidade com a padronização existente ou com o plano de metas que se pretende atingir. Etapa A do cliclo PDCA onde, após detectar desvios, se atuará no sentido de fazer a correção para que o problema nunca volte a ocorrer (ver ciclo PDCA).

AÇÃO PREVENTIVA DE BLOQUEIO
Ação tomada para que o mesmo problema não ocorra outra vez devido à mesma causa.

ACTIVITY BASED COSTING
O método ABC (Activity Based Costing) é uma técnica de contabilidade analítica nascida no final dos anos 80. Permite determinar quais os custos indiretos a imputar a um produto ou serviço consoante o tipo de atividade a que se referem. Os sistemas tradicionais de contabilidade analítica repartem proporcionalmente os custos indiretos segundo critérios como o número de horas de trabalho manual, o número de horas por máquina ou a área ocupada por cada centro de custo. Segundo o método ABC os critérios de repartição destes custos diferem conforme o tipo de atividade.

ADEQUAÇÃO AO USO
Um aspecto da definição da Qualidade, significando também ausência de defeitos.

ADMINISTRAÇÃO
Palavra de origem latina que está relacionada aos processos e atividades de tomada de decisão a respeito de recursos e metas estabelecidas por uma entidade ou empresa. Administrar, como um processo dentro de uma organização, significa planejar, dirigir, organizar, coordenar e controlar atividades, departamentos e/ou tarefas. A administração interpreta objetivos e os transforma em ação organizacional. Quanto ao verbo administrar, ele pode ser definido como o ato de realizar coisas por meio das pessoas. Para fins de estudo, a teoria da administração pode ser dividida em várias correntes ou abordagens. Cada abordagem representa uma maneira específica de ver as tarefas e as características do trabalho de administração. Interessante observar que etimologicamente a soma de ‘ad’ significando tendência ou direção e ‘minister’ significando subordinação ou aquele que serve sinaliza no sentido de um serviço que se presta a outro.

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA
De maneira abrangente, é uma filosofia ou doutrina que valoriza a participação das pessoas no processo de tomar decisões sobre diversos aspectos da administração das organizações. Constitui uma forma de gestão onde as pessoas têm reais possibilidades de questionar, discutir, sugerir, modificar, questionar uma solução, um projeto ou uma simples proposta. As pessoas são envolvidas e estimuladas a contribuir, em um clima de confiança mútua, especialmente entre gerentes e colaboradores. Esta participação visa obter o total comprometimento de todos com a eficácia e a qualidade dos resultados.

AFERIÇÃO
Procedimento metrológico em que se verifica e registra a relação entre o valor observado e o correspondente valor fornecido por um padrão apropriado de mesma natureza, rastreado a padrões reconhecidos por órgão oficial.

AIDA
Abreviação de uma ferramenta de gestão da comunicação usada pelo marketing para as palavras: Atenção, Interesse, Desejo e Ação. Refere-se a um modelo que procura descrever os estados mentais pelos quais os consumidores passam no processo da adquirir produtos ou serviços. Na abordagem da fórmula AIDA, procura-se identificar o estado mental do cliente como um guia para levá-lo de uma fase do processo de compra para a próxima. Assim, primeiramente se faz o cliente em potencial estar ciente de um produto, atraindo sua atenção; depois alimenta-se o interesse; em seguida estimula o desejo para que o consumidor em potencial tome a decisão; e finalmente, encoraja a ação de compra.

AJUSTE
Ver CATCH BALL – Procedimentos assim denominados pelos japoneses pelas suas repetidas idas e vindas. Negociações verticais e horizontais conduzidas para que as metas e as medidas sejam viabilizadas. O mesmo que ajuste.

ALIANÇAS ESTRATÉGICAS

É uma associação entre várias empresas que juntam recursos, competência e meios para desenvolver uma atividade específica ou criar sinergias de grupo. Para conquistar um novo mercado (geográfico ou setorial), adquirir novas competências ou ganhar dimensão crítica, as empresas têm, em regra, três opções: a fusão ou a aquisição; a internacionalização; e a celebração de alianças estratégicas com um ou vários parceiros. As alianças tanto podem efetuar-se entre empresas que atuam em ramos de atividade diferentes como entre concorrentes. Distinguem-se das joint-ventures, em que os parceiros partilham a propriedade de uma nova empresa.

ALINHAMENTO
Consistência entre planos, processos, ações, informações e decisões para apoiar as estratégias, objetivos e metas globais da organização. O alinhamento eficaz requer o entendimento das estratégias e metas e a utilização de indicadores e informações complementares para possibilitar o planejamento, monitoramento, análise e melhoria nos setores de trabalho, principais processos e na organização como um todo.

ALTA DIREÇÃO
Abrange os executivos ou líderes de escalões superiores, que compartilham a responsabilidade principal pelo desempenho e pelos resultados da organização.

AMOSTRA
(Estatística) – Parte ou porção representativa de um conjunto ou população (ver), que vai ser medida, testada ou analisada.

AMOSTRA POR CONGLOMERADO

(Estatística) – Amostra na qual cada unidade de amostragem é um grupo ou conglomerado de elementos.

AMOSTRAGEM
(Estatística) – Processo de escolha da amostra. Consiste na escolha criteriosa dos elementos a serem submetidos ao estudo. É usada, juntamente com a análise multivariada (ver), na pesquisa de mercado (ver).

AMPLITUDE
(Estatística) – Medida de variabilidade num grupo de dados. É calculada subtraindo-se o menor valor do grupo do maior valor do mesmo grupo.

ANALISADOR DE CÓDIGO

Software que percorre um trecho de código, uma rotina ou um programa, com a finalidade de coletar métricas de complexidade ou de elaborar um grafo ou outra descrição da lógica do código percorrido.

ANÁLISE COMPETITIVA

É através da análise competitiva que a organização define a base de sua vantagem competitiva, de forma a garantir um posicionamento estratégico único e sustentável. A essência da análise competitiva é lidar com a competição. Entretanto, a competição não se manifesta apenas através dos demais concorrentes. Os fornecedores e compradores, novos entrantes e produtos substitutos são todos competidores que podem ser mais ou menos ativos, dependendo do mercado.

ANÁLISE CRÍTICA
Avaliação profunda e global de um projeto, produto, serviço, processo ou informação com relação a requisitos, objetivando a identificação de problemas e a proposição de soluções.

ANÁLISE CRÍTICA DE CONTRATO

Atividades sistemáticas executadas pelo fornecedor, antes da assinatura do contrato, para garantir que os requisitos para a qualidade estão adequadamente definidos, sem ambigüidade e documentados, e que os mesmos possam ser atendidos pelo fornecedor. [NBR ISO 8402]

ANÁLISE CRÍTICA DE REQUISITOS
Processo ou reunião durante o qual os requisitos para um sistema, item de hardware ou item de software são apresentados aos desenvolvedores, gerentes, usuários, clientes, ou outros interessados para comentários e aprovação. Aqui também estão incluídos análise crítica de sistema e análise crítica de software.

ANÁLISE CRÍTICA DO PROJETO
Exame formal, documentado, abrangente e sistemático de um projeto para avaliar seus requisitos e sua capacidade de atingi-los, identificar problemas, propor soluções e acompanhamento de sua evolução.

ANÁLISE CRÍTICA DO SISTEMA DA QUALIDADE

Avaliação formal, pela alta administração, da situação e adequação do sistema da qualidade em relação à política da qualidade e aos novos objetivos da organização, decorrentes da alteração das circunstâncias.

ANÁLISE CRÍTICA PELA ADMINISTRAÇÃO

Avaliação formal, pela Alta Administração, do estado e da adequação do Sistema de Qualidade, em relação à política da Qualidade e seus objetivos. Notas: 1- A análise crítica pela administração pode incluir uma análise crítica da Política de Qualidade. 2- Os resultados da auditoria da Qualidade constituem um dos possíveis elementos para a análise crítica pela Administração. 3- O termo “Alta Administração” refere-se à direção da organização cujo sistema da Qualidade está sendo analisado criticamente.

ANÁLISE DA ÁRVORE DE FALHAS
Ver FTA – Análise da Árvore de Falhas – Método de análise de produtos e processos que permite uma avaliação sistemática e padronizada de possíveis falhas, estabelecendo suas conseqüências e orientando a adoção de medidas corretivas (preventivas). Seus objetivos são: – identificação das causas primárias das falhas; – elaboração de uma relação lógica entre falhas primárias e falha final do produto; e análise da confiabilidade do sistema. Na FTA parte-se do efeito e chega-se à causa. (ver FMEA)

ANÁLISE DE ANOMALIA

Busca sumária e rápida da causa imediata de uma anomalia. Deve ser feita na área de trabalho usando o Diagrama de Causa e Efeito (ver), com a participação de supervisores, líderes e operadores.

ANÁLISE DE PARETO
Método que ajuda a classificar e priorizar os problemas em duas classes: os poucos problemas vitais e os muitos triviais. Consta de cinco etapas: identificação do problema, estratificação, levantamento de dados, elaboração do Gráfico de Pareto (ver) e priorização. Na análise de Pareto são utilizadas três das Sete Ferramentas do Controle da Qualidade: Estratificação, Folha de Verificação e Gráfico de Pareto. (ver Pareto)

ANÁLISE DE PONTOS POR FUNÇÃO
Técnica de avaliação de um sistema, conhecida como FPA – Function Point Analysis, baseada na medição do valor das funções executadas pelos programas, ao invés de utilizar como base o volume ou a complexidade do código dos programas. A técnica está baseada na visão externa do usuário, sendo portanto, independente da linguagem utilizada, permitindo calcular o esforço de programação e auxiliando o usuário final a melhorar o exame e avaliação de projetos.

ANÁLISE DE PROCESSO
Método para identificar o relacionamento entre as principais causas e seus efeitos. Pode ser utilizada para identificar a causa fundamental de um problema, para se determinar padrões de valores ótimos para as causas de modo a se obter os melhores efeitos, para reduzir a dispersão, etc. Consiste em partir de um resultado e procurar a causa fundamental entre várias que compõem o processo.

ANÁLISE DE REGRESSÃO
Ferramenta estatística que processa as informações contidas nos dados de forma a gerar um modelo que represente o relacionamento existente entre as diversas variáveis de um processo, permitindo a determinação quantitativa das causas mais influentes no problema ou para o alcance de uma meta.

ANÁLISE DE REQUISITOS
Conjunto de atividades que permite identificar as necessidades do usuário de modo a obter uma definição clara das características (requisitos) de um sistema. Essas características descrevem o sistema em termos de funcionalidades, desempenho esperado, restrições de projeto, níveis de qualidade esperados, interface com outros elementos do sistema. Processo de estudar as necessidades do usuário para se chegar a uma definição dos requisitos de sistema, hardware ou software.

ANÁLISE DE VALOR

É uma metodologia de gestão criada nos anos 50 pelo americano Lawrence Miles. Consiste em decompor um produto ou serviço nas suas funções principais e, em seguida, delinear as soluções organizacionais mais apropriadas para reduzir os custos de produção. Implica uma análise detalhada do valor criado pela empresa por meio da distribuição dos custos totais de um produto ou serviço pelas suas diferentes etapas: concepção, fabrico, venda, distribuição e serviço aos clientes. Este conceito deu origem às noções de cadeia de valor, de valor acrescentado do produto ou serviço e de shareholder value (valor para o acionista) cuja autoria pertence a Alfred Rappaport.

ANÁLISE DE VARIÂNCIA

Técnica estatística que permite, no gerenciamento de processos, comparar vários grupos de interesse, mantendo um controle dos erros que podem ser cometidos no estabelecimento das conclusões.

ANÁLISE DE VENDABILIDADE

Avaliação da vendabilidade de produtos com base em um estudo do comportamento, da percepção e das opiniões do cliente, considerando ainda as diferenças entre produtos concorrentes.

ANÁLISE DO FENÔMENO
Realizada sobre os fins, consiste em investigar as características específicas do problema com uma visão ampla e sob vários pontos de vista. Ela permite a localização do foco do problema. É feita após o estabelecimento da meta e da identificação do problema, na fase P do PDCA PARA MANTER, para reconhecer as características do problema (o mesmo que Análise do Problema).

ANÁLISE DO MODO DE FALHA E SEUS EFEITOS

Ver FMEA – Análise dos Modos de Falhas e seus Efeitos – Método de análise de produtos e processos que permite uma avaliação sistemática e padronizada de possíveis falhas, estabelecendo suas conseqüências e orientando a adoção de medidas corretivas (preventivas). Fornece pistas para a execução de melhorias nos sistemas, mediante a descoberta de pontos problemáticos. O ponto problemático é enfocado a partir da causa, raciocinando na direção do efeito (falha-problema). Seus objetivos são: – identificar as falhas críticas em cada componente, suas causas e conseqüências; – hierarquizar as falhas e analisar a confiabilidade do sistema. Ver FTA.

ANÁLISE DO PROBLEMA
O mesmo que Análise do Fenômeno – Realizada sobre os fins, consiste em investigar as características específicas do problema com uma visão ampla e sob vários pontos de vista. Ela permite a localização do foco do problema. É feita após o estabelecimento da meta e da identificação do problema, na fase P do PDCA PARA MANTER, para reconhecer as características do problema (o mesmo que Análise do Problema).

ANÁLISE DO VALOR

Esforço organizado dirigido à análise das funções de sistemas, produtos, especificações, padrões, práticas e procedimentos com a finalidade de satisfazer às funções requeridas a um custo total menor. O mesmo que Engenharia do Valor e Gerenciamento do Valor.

ANÁLISE ESTRUTURAL DE INDÚSTRIAS
Michael Porter propõe um modelo de análise de indústrias baseado na identificação de cinco forças. Eis uma breve descrição das questões a que deverá responder em cada uma delas: (a) Ameaça de novas entradas – Existem barreiras à entrada de novos competidores? (b) Rivalidade entre os concorrentes – Há guerras de preços, de publicidade ou de produtos? (c) Existência de produtos substitutos – Há uma ameaça de substituição por produtos ou serviços que satisfaçam as mesmas necessidades? (d) Poder de negociação dos clientes – Qual o seu poder para influenciar as variações de preço dos produtos ou serviços? (e) Poder de negociação dos fornecedores – Qual o seu poder negocial para elevar os preços ou reduzir o nível de qualidade oferecido?

ANÁLISE MULTIVARIADA

Ferramenta estatística que processa as informações de modo a simplificar a estrutura dos dados e a sintetizar as informações quando o número de variáveis envolvidas é muito grande, facilitando o entendimento do relacionamento existente entre as variáveis do processo. É utilizada na Pesquisa de Mercado (ver).

ANÁLISE SWOT

Criada por Kenneth Andrews e Roland Christensen, dois professores da Harvard Business School, e posteriormente aplicada por numerosos acadêmicos a SWOT Analysis estuda a competitividade de uma organização segundo quatro variáveis: strengths (forças), weaknesses (fraquezas), opportunities (oportunidades) e threats (ameaças). Por meio desta metodologia poderá fazer-se a inventariação das forças e fraquezas da empresa; das oportunidades e ameaças do meio envolvente; e do grau de adequação entre elas. Quando os pontos fortes de uma organização estão de acordo com os fatores críticos de sucesso para satisfazer as oportunidades de mercado a empresa será, por certo, competitiva no longo prazo.

ANOMALIA
Qualquer desvio das condições normais de operação. É tudo que for diferente do usual ou anormal, exigindo ação (ou atuação) corretiva (ver).

ANTRÓPICO
Resultado das atividades humanas no meio ambiente.

ASQ – AMERICAN SOCIETY FOR QUALITY

Entidade norte-americana que congrega profissionais interessados na engenharia da qualidade e na gestão da qualidade. Oferece diversas certificações profissionais, entre as quais a de engenheiro da qualidade (Certified Quality Engineer – CQE), engenheiro de confiabilidade (Certified Reliability Engineer – CRE), auditor da qualidade (Certified Quality Auditor – CQA), administrador da qualidade (Certified Quality Manager – CQM) e engenheiro da qualidade em software (Certified Software Quality Engineer – CSQE). No Brasil, os exames para certificação são aplicados pela Associação Brasileira de Controle da Qualidade – ABCQ.

ASSERTIVIDADE
É a competência para expressar idéias, opiniões e sentimentos, afirmando seus direitos sem violar os dos demais. É a arte de defender o próprio espaço vital (físico, mental, emocional), sem recuar ou agredir. O comportamento assertivo torna a pessoa capaz de agir em seu próprio interesse, a se afirmar sem ansiedade indevida, a expressar sentimentos sinceros sem constrangimento. Em outras palavras, assertividade é a capacidade de concretizar seus desejos incluindo os desejos dos outros.

ASSEGURAR A QUALIDADE
Adoção de uma estratégia de trabalho que permite estar seguro de que o produto ou serviço apresenta o nível de qualidade pretendido pela organização.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS

Ver ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – Comitê Brasileiro da Qualidade.

ATENDIMENTO
Ver Entrega – No contexto da Qualidade Total, é a garantia de entrega dos produtos (bens ou serviços) finais ou intermediários no prazo, local e quantidade acertados. O mesmo que atendimento. É uma das cinco dimensões da Qualidade Total (ver).

ATIVIDADE
Menor divisão do trabalho, isto é, a ação exercida pelo executor para realizar uma tarefa. Um conjunto de atividades constitui uma tarefa.

ATIVIDADE CRÍTICA
Atividade que tem que ser obrigatoriamente feita e que requer atenção e cuidados especiais para que a tarefa dê bom resultado. Sempre que possível, as atividades críticas devem ser indicadas de forma pictórica, o que facilitará o entendimento e o treinamento do operador.

ATIVIDADE DE VALOR ACRESCENTADO
Atividade que acrescenta valor ao produto ou serviço quando recebido por um cliente ou clientes.

ATRIBUTOS
Dados qualitativos que podem ser contados para registro e para análise. Tipo de Sistema de Medição em que os valores possíveis para a variável medida não pertencem aos números reais. São exemplos de medições por atributos as classificações com um número finito de possibilidades como, por exemplo, inexistente, baixo, médio, alto, completo, conforme, não-conforme, verde, amarelo, vermelho,etc. Também são consideradas medições por atributos as contagens de pequenas quantidades, sendo o exemplo mais freqüente a contagem do número de defeitos em produtos.

ATRIBUTOS
Dados qualitativos que podem ser contados para registro e para análise. Um exemplo importante de dados de atributos são aqueles coletados sob a forma de unidades não-conformes ou de não-conformidades.

ATUAÇÃO CORRETIVA
Ver Ação Corretiva – Procedimento adotado caso a meta padrão não tenha sido atingida. Envolve os seguintes procedimentos: relato de anomalia, remoção do sitoma, análise da anomalia e revisão diária. Mudança que se introduz em um processo objetivando restabelecer ou alcançar um estado de conformidade com a padronização existente ou com o plano de metas que se pretende atingir. Etapa A do cliclo PDCA onde, após detectar desvios, se atuará no sentido de fazer a correção para que o problema nunca volte a ocorrer (ver ciclo PDCA).

AUDITOR DA QUALIDADE

Pessoa que tem qualificação específica para executar auditorias da qualidade.

AUDITORIA
Exame sistemático e independente, para determinar se as atividades da qualidade e seus resultados estão de acordo com as disposições planejadas, se estas foram implementadas com eficácia e se são adequadas à consecução dos objetivos.

AUDITORIA CONTÁBIL

A auditoria é uma das especialidades da contabilidade – uma ferramenta que, bem empregada, pode fornecer informações, corrigir e prever erros ou fraudes. Auxilia em uma efetiva administração dos recursos e, conseqüentemente, na melhor obtenção de resultados em seu trabalho junto a grupos sociais. A função principal da Auditoria Contábil é de manifestar uma opinião sobre as Demonstrações Contábeis de uma entidade, envolvendo todos os critérios adotados para sua elaboração, bem como todos os processos de registros e controles desenvolvidos internamente.

AUDITORIA DA QUALIDADE

Exame sistemático e independente para verificar se as atividades e resultados obtidos satisfazem o planejamento da qualidade; se este planejamento está eficazmente implantado e é adequado para atender aos objetivos da organização.

AUDITORIA DA QUALIDADE feita pelo PRESIDENTE
Auditoria conduzida pelo Presidente ou por uma equipe sob a liderança do Presidente da organização.

AUDITORIA DO PRODUTO
É conduzida para verificar se os produtos que sofreram inspeção estão completamente em conformidade com as exigências e necessidades da qualidade.

AUDITORIA DO SISTEMA DA QUALIDADE

Auditoria conduzida para verificar se a política da qualidade (ver) e o sistema da qualidade (ver) estão perfeitamente assimilados na organização. É a auditoria conduzida pela alta administração, pelos gerentes seniores e pelo Escritório do TQC.

AUDITORIA EXTERNA
Forma de auditoria em que o consultor permanece na organização durante alguns dias e produz um relatório com recomendações e sugestões.

AUTOCONTROLE
Estágio do controle da qualidade no qual um operador possui os meios de saber qual é o desempenho real e qual é o desempenho visado, bem como os meios de alterar o desempenho, de acordo com os padrões existentes, no caso do desempenho real não estar em conformidade com o desempenho visado.

AUTODESENVOLVIMENTO

Educação e treinamento conduzidos em nível individual através do esforço do próprio empregado.

AUTO-INSPEÇÃO
Um procedimento no qual o próprio trabalhador decide se o seu trabalho está ou não de acordo com a meta pretendida e padrões existentes.

AVALIAÇÃO

Exame sistemático da extensão em que uma entidade é capaz de atender a requisitos especificados.

AVALIAÇÃO DA IMPLANTAÇÃO DO TQC

Exame da adequação dos procedimentos gerenciais aos preceitos do TQC. Os avaliadores fazem sugestões para eliminação das anomalias detectadas.

AVALIAÇÃO DE FORNECEDOR
Avaliação através do qual examina-se a capacidade de um fornecedor de preencher os requisitos exigidos pelas especificações de itens e/ou serviços, antes da adjudicação de um contrato ou de ordem de compra.

AVALIAÇÃO DE PROCESSOS

Atividade integrante do Gerenciamento da Rotina do Trabalho do Dia-a-Dia (ver), conduzida para verificar se cada processo da empresa é capaz de alcançar o nível de qualidade estabelecido no projeto. É uma forma eficiente de verificação do cumprimento dos padrões e de identificação de problemas.

AVALIAÇÃO DE TERCEIRA PARTE OU INDEPENDENTE

Avaliação feita por pessoa ou organismo reconhecido como independente das partes envolvidas.

AVALIAÇÃO 360 GRAUS
É um sistema de avaliação dos funcionários de uma organização que vem sendo utilizado pela área de Recursos Humanos. Ele é geralmente estruturado de forma que um indivíduo é avaliado por seu superior, pelos seus pares e por si próprio (auto-avaliação), podendo vir a ser avaliado até por clientes e subordinados. O instrumento de avaliação é um questionário elaborado com base nos valores e na cultura da organização e geralmente envolve um número entre 10 e 20 pessoas. Após a compilação de dados, o avaliado participa de uma sessão de feedback, quando toma conhecimento da sua avaliação. Este é o momento de comparar o que o indivíduo pensa dele próprio com o resultado do que as pessoas pensam dele. A idéia é explorar as diferenças existentes entre a auto-percepção e a percepção externa com vistas ao crescimento e desenvolvimento do indivíduo.
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A IMPORTÂNCIA DA ANALISE DIÁRIA NO SEU NEGÓCIO

Outubro 20, 2007

Analise do Negócio

Bom dia amigos,

Após um mês afastado, estou de volta às atividades. Neste período, tive tempo para refletir sobre a utilidade fundamental do Bloggestor.com. A partir de agora, focarei os meus artigos no dia a dia das pequenas empresas. Meu tema de hoje é sobre a importância da analise diária no desempenho do negócio.

Ao longo da minha carreira tive a oportunidade de conhecer pessoas fascinantes, que me ensinaram muito. Mas uma delas em especial me mostrou, sem saber, sobre a importância da análise diária no sucesso da empresa. Seu nome é Guilherme Pereira Oliveira, administrador de empresas, seu currículo e pode ser visto aqui.

Na maior parte das pequenas empresas, os seus donos, fazem o acompanhamento do seu negócio no olho. Este tipo de vício, acaba desprezando os sinais mostrados pelos seus clientes sobre o desempenho da sua empresa. Quando o proprietário analisa e compreende corretamente os dados fornecidos pelos seus clientes, ganha uma poderosa vantagem competitiva em relação aos seus concorrentes.

A análise deve ser feita e comparada dia-a-dia, só assim, tornará mais fácil a tomada de decisão. Alem de acompanhar o faturamento da empresa é necessário analisar a quantidade de vendas, mix de produtos, ticket médio de vendas e os seus concorrentes. Com estes dados, você poderá tirar importantes informações sobre os seus clientes.

No curto e longo prazo é recomendável a ajuda de um consultor, pois sua experiência agregará muito valor ao seu negócio.

Boa Sorte


Pesquisa aponta atuação do CFO mais voltada aos negócios

Outubro 20, 2007

HSMA Direkt concluiu um estudo inédito no Brasil, intitulado “O Perfil do Novo CFO”, com o objetivo de conhecer as características e identificar o papel dos chief financial officers (CFOs) das maiores empresas brasileiras, assim como entender este universo e as habilidades necessárias para tomadas de decisões financeiras. Com abrangência nacional, o estudo ouviu entre junho e julho deste ano, CFOs que atuam em companhias de diversos segmentos listadas como as maiores do Brasil. Dos participantes, 94% exercem suas funções em empresas com mais de 500 funcionários, sendo que 39% delas atingem mais de R$ 1 bilhão de faturamento anual.

Perfil de atuação – A pesquisa mostra que dentre as responsabilidades do diretor financeiro, 98,5% são com o setor financeiro; 87,7% em contabilidade; 72,3% em planejamento; 66,2% para área administrativa; 55,4% para tecnologia da informação; e 47,7% no jurídico.

Dos diretores financeiros avaliados, 41,9% são responsáveis por assegurar a correta apuração dos resultados econômicos da organização; 24,2% são voltados ao negócio, outros 24,2% são gestores de equilíbrio; e 11,3% são considerados profissionais vitais para a empresa. O resultado indica que os profissionais percebem a importância de seu papel nas empresas brasileiras, apesar de assumir responsabilidades ainda pouco estratégicas.
CFO
No entanto, acreditam em uma atuação futura mais ampla e voltada aos negócios, com participação nas decisões estratégicas das empresas. Como as principais dificuldades a serem superadas para alcançar este objetivo, 70,8% dos executivos apontaram a atuação como apoio à estratégia, gestão de pessoas e tomada de decisões; 61,5% vê como dificuldade assumir maior capacidade de análise e julgamento; 55,4%, avaliam a sobrecarga de trabalho; enquanto 47,7% aponta uma demanda cada vez maior por informações e relatórios detalhados; e 44,6% apontam a dificuldade para lidar com as estruturas matriciais.

Avaliação dos bancos – De forma geral, os CFOs avaliam de forma positiva os serviços prestados pelas bancos. Eles consideram em 49,2% dos casos, que os bancos contribuem para seu sucesso quando atuam como um parceiro de negócios, assessorando as empresas, antecipando tendências de mercado, sinalizando possibilidades de investimento e possibilitando o acesso a novos mercados.

Porém, a maioria dos executivos acredita que os bancos poderiam dar maior apóio em alguns assuntos de sua responsabilidade, principalmente à inovação, (70,8%); nas previsões e tendências de mercado (63,1%); no gerenciamento de risco (60,0%); na decisão de alocação de investimentos, 50,8%; e nos sistemas de informação (43,1%).

Sustentabilidade – Entre as grandes empresas brasileiras, 86% realizam ações que buscam sustentabilidade, sendo que 83,6% estão focadas no investimento em desenvolvimento de pessoas; 72,1% apostam no investimento em inovação; e 54,1% optam por investimento em projetos de responsabilidade social. A adoção e adequação de programa de governança corporativa aparecem com 44,3% e a adoção de medidas de controle de impacto social e ambiental, 42,6%.

Na opinião dos CFOs, em 76,9%, a principal razão que leva as empresas a aderirem à causa da sustentabilidade é o aumento do seu valor, sendo o senso de responsabilidade social e ambiental a segunda razão principal, com 64,6%. Outras razões apontadas foram a ação de marketing institucional, a imposição do mercado e a imposição da sociedade.

O estudo avaliou ainda que o CFO brasileiro está na faixa entre 41 e 50 anos (41,5%), possui formação sólida, geralmente abrangendo mais de uma área de conhecimento. 87,7% têm pós-graduação; e 76,90% têm cursos de especialização ou MBA.

“Identificamos que o CFO já percebeu que sua importância está muito acima do controle e da gestão financeira. Ele pode e deve atuar em conjunto com os principais executivos para discutir e alinhar as estratégias de negócios com um forte direcionador econômico-financeiro”, afirma Vicente Criscio, CEO da D irekt Marketing. “A pesquisa indica que o CFO quer deixar de ser um cobrador de resultados para assumir um papel de co-responsável pelas mudanças no direcionamento do negócio”, avalia.

Fonte: Direkt
09/10/2007
Direkt

Empresa de serviços de marketing direto pertencente ao Grupo de mídia RBS e à K2 Participações.