DICIONÁRIO DE GESTÃO – LETRA D

DICIONÁRIO
D. McGREGOR
Um dos fundadores do Departamento de Relações Industriais do MIT – Massachusetts Institute of Technology. Afirmou que as pessoas exercerão auto-direção e auto-controle na busca de objetivos organizacionais, na medida em que elas estejam compromissadas com aqueles objetivos. Afirmou, ainda, que: …“gerenciar é essencialmente resolver problemas…”. Autor de inúmeros trabalhos e dos livros “The Human Side of Enterprise” e “Leadership and Motivation”. Juntamente com Maslow e Herzberg influenciou o lado humano do TQC japonês.

DADOS
São as medidas de alguma variável ou característica de interesse. Representam a base para a tomada de decisões confiáveis durante a observação e a análise de qualquer problema. A coleta de dados (ver) deve ser feita utilizando o Método 5W1H (ver).

DADOS CONTÍNUOS (Dados de Medida)
São aqueles medidos em uma escala contínua, tais como o diâmetro de cada peça de uma amostra (ver).

DADOS DISCRETOS (Dados de Contagem ou de Atributos)
São aqueles resultantes da contagem do número de ocorrências de uma característica particular de interesse (atributo), tais como a contagem do número de peças defeituosas presentes em uma amostra (ver).

DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE
Declaração, emitida pelo fornecedor ou pelo produtor de um software, assegurando que este opera em conformidade com certas normas ou especificações preestabelecidas.

DEFEITO
Descumprimento de requisitos previstos para o uso do produto. É a falta de conformidade que se observa em um produto quando determinada característica da qualidade é comparada com suas especificações.

DEFICIÊNCIA DO PRODUTO

Falha do produto que resulta na insatisfação do cliente em relação ao mesmo.

DEPENDABILIDADE
Termo coletivo usado para descrever o desempenho quanto a disponibilidade e seus fatores de influência: confiabilidade, mantenabilidade e logística de manutenção.

DEPURADOR INTERATIVO
Software para apoio a testes, cuja função é permitir a visualização passo a passo da execução de uma rotina ou programa e do comportamento de seus elementos antes, durante e após a execução.

DERIVATIVOS
Contratos privados, cujos valores derivam de algum ativo financeiro (taxa de juros, ação, índices, títulos, moedas) ou commodities.

DESDOBRAMENTO DA FUNÇÃO DO TRABALHO

É também conhecido como Desdobramento da Função do Trabalho ou, Desdobramento do Trabalho. O objetivo do QFDr é especificar, com precisão, que funções ou trabalho humano são necessários para obter a qualidade do produto e da empresa que satisfaçam as necessidades dos clientes. O QFDr pode ser conceituado como: um processo sistemático de desdobramento do trabalho da ação gerencial de planejamento da qualidade (Gestão do Desenvolvimento do Produto), em procedimentos gerenciais e técnicos para serem cumpridos pelas áreas funcionais da empresa. O resultado do Desdobramento do trabalho é a confecção dos documentos: Padrão Gerencial do Desenvolvimento do Produto – PGDP (ver) e Plano de Atividades do Desenvolvimento do Produto – PADP (ver).

DESDOBRAMENTO DA FUNÇÃO QUALIDADE – QFD
Pode ser definido como uma forma de comunicar sistematicamente informação relacionada com a qualidade e de explicitar ordenadamente trabalho relacionado com a obtenção da qualidade; tem como objetivo alcançar o enfoque da garantia da qualidade durante o desenvolvimento de produto e é sub-dividido em Desdobramento da Qualidade (QD) e Desdobramento da Função de Qualidade (no sentido restrito) (QFDr). O método QFD visa aperfeiçoar e desenvolver novos produtos e auxiliar na reestruturação do sistema de qualidade da empresa. Mediante o QFD, equipes multi-disciplinares, envolvendo especialistas em Marketing, Pesquisa & Desenvolvimento, Engenharia de Produto, Projeto de Processo, Produção e Qualidade, traduzem e transmitem as exigências dos clientes para os diversos setores da empresa. O sistema de tradução e transmissão das exigências dos clientes em requisitos técnicos apropriados, em cada estágio do processo, especifica de forma clara as informações necessárias e as atividades a serem desempenhadas na fase que antecede à produção, gerando grandes benefícios. Os principais benefícios do QFD são: – redução do tempo de desenvolvimento; -redução de número de mudança de projeto; – redução das reclamações dos clientes; -redução de custos/perdas; – redução de transtornos e mal-estar entre funcionários; – aumento de comunicação entre departamentos funcionais; – crescimento e desenvolvimento de pessoas através do aprendizado mútuo; e – maior possibilidade de atendimento a exigências de clientes.

DESDOBRAMENTO DA FUNÇÃO QUALIDADE (no sentido restrito)
É também conhecido como Desdobramento da Função do Trabalho ou, Desdobramento do Trabalho. O objetivo do QFDr é especificar, com precisão, que funções ou trabalho humano são necessários para obter a qualidade do produto e da empresa que satisfaçam as necessidades dos clientes. O QFDr pode ser conceituado como: um processo sistemático de desdobramento do trabalho da ação gerencial de planejamento da qualidade (Gestão do Desenvolvimento do Produto), em procedimentos gerenciais e técnicos para serem cumpridos pelas áreas funcionais da empresa. O resultado do Desdobramento do trabalho é a confecção dos documentos: Padrão Gerencial do Desenvolvimento do Produto – PGDP (ver) e Plano de Atividades do Desenvolvimento do Produto – PADP (ver).

DESDOBRAMENTO DA QUALIDADE – QD
É um processo que visa: buscar, traduzir e transmitir as exigências dos clientes em características da qualidade do produto por intermédio de desdobramentos sistemáticos, iniciando-se com a determinação da voz do cliente, passando pelo estabelecimento de funções, mecanismos, processos, matéria-prima e estendendo-se até o estabelecimento dos valores dos parâmetros de controle dos processos.

DESDOBRAMENTO DA TECNOLOGIA

Procedimento para identificar e remover de forma organizada, gargalos de engenharia (ver) na fase de Detalhamento do Projeto do Produto (ver).

DESDOBRAMENTO DAS DIRETRIZES

Subdivisão das diretrizes principais e alocação de subdiretrizes aos menores níveis hierárquicos executivos da organização.

DESDOBRAMENTO DAS METAS

Subdivisão das metas, sua negociação e alocação das sub-metas aos menores níveis hierárquicos executivos da organização.

DESDOBRAMENTO DE GRÁFICOS DE PARETO

Consiste em tomar as categorias prioritárias identificadas em um primeiro gráfico como novos problemas a serem analisados pôr meio de novos gráficos de Pareto. O desdobramento divide um grande problema inicial em problemas menores e mais específicos e permite a priorização dos projetos de melhoria, com base nos resultados que cada um deles pode produzir.

DESDOBRAMENTO DO TRABALHO
É também conhecido como Desdobramento da Função do Trabalho ou, Desdobramento do Trabalho. O objetivo do QFDr é especificar, com precisão, que funções ou trabalho humano são necessários para obter a qualidade do produto e da empresa que satisfaçam as necessidades dos clientes. O QFDr pode ser conceituado como: um processo sistemático de desdobramento do trabalho da ação gerencial de planejamento da qualidade (Gestão do Desenvolvimento do Produto), em procedimentos gerenciais e técnicos para serem cumpridos pelas áreas funcionais da empresa. O resultado do Desdobramento do trabalho é a confecção dos documentos: Padrão Gerencial do Desenvolvimento do Produto – PGDP (ver) e Plano de Atividades do Desenvolvimento do Produto – PADP (ver).

DESEMPENHO
Resultados obtidos dos principais indicadores de processos e de produtos que permitem avaliá-los e compará-los em relação às metas, aos padrões, aos referenciais pertinentes e a outros processos e produtos.Mais comumente, os resultados expressam satisfação, insatisfação, eficiência e eficácia e podem ser apresentados em termos financeiros ou não.

DESENVOLVIMENTO DE FORNECEDOR

Refere-se a todas as atividades projetadas para melhorar o desempenho do sistema da qualidade fundamental do fornecedor.

DESVIO DA QUALIDADE
Desclassificação proveniente da constatação de um defeito ou de uma não-conformidade em um produto.

DESVIO PADRÃO
Unidade Estatística da medida da dispersão ou da variabilidade (ver) em torno da média aritmética de um conjunto de dados. Pontos situados a mais de 3 desvios da média são, usualmente, considerados pontos distantes.

DETALHAMENTO DO PROJETO DO PRODUTO
Consiste na definição dos componentes, mecanismos, produtos intermediários, matéria prima e processos que serão necessários para produzi-lo.

DIAGNÓSTICO
Atividade que visa descobrir a causa ou causas de deficiências de Qualidade.

DIAGNÓSTICO DE DESEMPENHO OPERACIONAL (DDO)
É uma metodologia contínua e sistemática para avaliação de produtos (bens e serviços) e processos de uma organização. É uma técnica profundamente detalhada que permite ganhos de aproximadamente 10% do faturamento líquido.

DIAGRAMA DE AFINIDADES

Ferramenta exploratória que pode mostrar como um grupo de pessoas entende um problema ou fato desconhecido. Ela procura organizar dados verbais (idéias, opiniões, comentários), sobre importantes problemas não solucionados, por meio de suas afinidades mútuas. É um processo exploratório, onde se procura, usando a criatividade, desenvolver visões novas de situações antigas. Representação gráfica de grupos de dados afins, que são conjuntos de dados verbais que têm, entre si, alguma relação natural que os distinguem dos demais. Este diagrama é muito usado para reunir grupos de dados dispersos ou organizar grupos confusos de dados. Identifica a natureza de um problema e permite aclarar um problema confuso através da organização de idéias. É uma das Setes Ferramentas do Planejamento da Qualidade.

DIAGRAMA DE ÁRVORE
Ferramenta muito eficaz para se definir os meios que permitem alcançar um objetivo preestabelecido. Esse diagrama possibilita desdobrar repetidamente o objetivo até chegar a ações executáveis. É uma das Sete Ferramentas do Planejamento da Qualidade (ver).

DIAGRAMA DE ÁRVORE DE ESTRATÉGIA

Diagrama composto de um diagrama de árvore e de um quadro de informações complementares. Tem por finalidade estabelecer um plano estratégico 5W1H (ver Método 5W1H) para se alcançar um objetivo. O diagrama de árvore contém o “WHY” e o “WHAT”, e os 3W1H restantes estão no quadro de informações complementares.

DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO
Mostra a relação entre um conjunto de causas (processo) que provoca um ou mais efeitos. É uma forma organizada de correlacionar o efeito com suas causas, agrupando-as em “famílias de causas”, tais como: Matéria-Prima, Máquina, Mão de Obra, Medida, Método e Meio Ambiente. O Diagrama de Causa e Efeito proporciona ao gerente melhor entendimento de que ele tem autoridade sobre as causas e responsabilidade sobre os efeitos (resultados) de um processo. É também conhecido como Diagrama de Ishikawa ou de Espinha de Peixe. É uma das Sete Ferramentas da Qualidade (ver).

DIAGRAMA DE DISPERSÃO
Gráfico utilizado para a visualização do tipo de relacionamento existente entre duas variáveis. Estas variáveis podem ser duas causas de um processo, uma causa e um efeito do processo ou dois efeitos do processo. É uma das Sete Ferramentas do Controle da Qualidade.

DIAGRAMA DE ESPINHA DE PEIXE

Mostra a relação entre um conjunto de causas (processo) que provoca um ou mais efeitos. É uma forma organizada de correlacionar o efeito com suas causas, agrupando-as em “famílias de causas”, tais como: Matéria-Prima, Máquina, Mão de Obra, Medida, Método e Meio Ambiente. O Diagrama de Causa e Efeito proporciona ao gerente melhor entendimento de que ele tem autoridade sobre as causas e responsabilidade sobre os efeitos (resultados) de um processo. É também conhecido como Diagrama de Ishikawa ou de Espinha de Peixe. É uma das Sete Ferramentas da Qualidade (ver).

DIAGRAMA DE HERSEY

Diagrama que apresenta graficamente as etapas necessárias às mudanças de comportamento (tempo e dificuldades encontradas para tais mudanças).

DIAGRAMA DE MATRIZ

Consiste no arranjo dos elementos que constituem um evento ou problema de interesse nas linhas e colunas de uma matriz, de forma que a existência ou a força das relações entre os elementos é mostrada por meio de símbolos, nas interseções das linhas e colunas. É utilizado na visualização de um problema como um todo, deixando claras as áreas nas quais o problema está concentrado. É umas das Sete Ferramentas do Planejamento da Qualidade.

DIAGRAMA DE MATRIZ DE PRIORIZAÇÃO

Matriz especialmente construída para ordenar uma lista de itens. É uma ferramenta para tomada de decisão, já que estabelece a priorização, que pode ou não ser baseada em critérios com pesos definidos. Ele combina as técnicas do Diagrama de Árvore e do Diagrama de Matriz e é representado pela Matriz de Priorização.É uma das Sete Ferramentas do Planejamento da Qualidade.

DIAGRAMA DE PONTOS

Dispõe as informações de modo que seja possível a visualização da localização do valor central de um pequeno conjunto de dados e da dispersão dos dados em torno deste valor central. É adequado para a descrição de um pequeno conjunto de dados constituindo por, no máximo, cerca de 20 a 30 observações. Para grande conjunto de dados ele não permite uma boa visualização, devendo nestes casos usar o histograma (ver) ou o gráfico ramo-e-folha (ver).

DIAGRAMA DE PROCESSO DECISÓRIO

Ferramenta que faz o mapeamento de todos os caminhos possíveis para se alcançar um objetivo; mostra todos os problemas imagináveis e as possíveis medidas que devem ser tomadas caso ocorram. Como resultado, tem-se condições de se definir o melhor caminho para se alcançar um resultado desejado. Auxilia na organização de eventos em ordem cronológica, incorporando informações contingenciais para melhorar o plano.

DIAGRAMA DE RELAÇÕES
Apresenta a intricada estrutura das relações de causa e efeito de um conjunto de dados numéricos permitindo a organização da tecnologia disponível sobre o problema analisado. Tem sido utilizado quando: – o problema é complexo, de modo que a visualização das relações de causa e efeito não é fácil; – a seqüência correta das ações é crítica para o alcance do objetivo. É uma das Sete Ferramentas do Planejamento da Qualidade.

DIAGRAMA DE SETAS

Ferramenta para planejar o cronograma mais conveniente à execução de um trabalho, permitindo também o monitoramento da execução das tarefas correlacionadas para garantir o término do trabalho no tempo previsto. É uma combinação do PERT (Project Evaluation and Review Technique) e do CPM (Critical Path Method). É uma ferramenta extremamente importante na fase de planejamento e acompanhamento de projetos, principalmente quando o cumprimento de prazos é crítico. Organiza eventos seguros em ordem cronológica. É uma das Setes Ferramentas do Planejamento da Qualidade.

DICIONÁRIO DE DADOS
Listagem organizada de todos os elementos de dados que são pertinentes ao sistema, com definições precisas e rigorosas, de forma que tanto o usuário como o analista de sistemas tenham uma compreensão comum das entradas, das saídas, dos componentes dos depósitos de dados.

DINÂMICA DE GRUPO
Segundo a Sociedade Brasileira de Dinâmica dos Grupos, a Dinâmica dos Grupos, através do exame do funcionamento do grupo, se acreditarmos que o grupo é algo mais além da soma dos indivíduos, possibilita a seus membros uma consciência dos aspectos facilitadores e dificultadores na obtenção dos objetivos a que se propõem enquanto grupo. Tem como finalidade, portanto, um melhor funcionamento do grupo a partir das consciências individuais. É muito utilizada em processos de seleção de funcionários, facilitando a obtenção de informações, e em treinamentos, como recurso didático.

DIRETRIZ
Uma diretriz é composta por uma meta e as medidas prioritárias e suficientes para atingi-la.

DIRETRIZ DA QUALIDADE
Intenções e diretrizes globais de uma organização relativas à qualidade, formalmente expressas pela alta administração.

DIRETRIZ DE CONTROLE
Consta da meta, que é a faixa de valores desejada para o item de controle (nível de controle) e o método, que são os procedimentos necessários para o alcance da meta. O estabelecimento da Diretriz de Controle é um das ações do Controle de Processo.

DIRETRIZES

Normas gerais de caráter permanente, que orientam a tomada de decisão nos diversos escalões da organização, determinando prioridades e concentração de esforços para empreendimentos de maior importância.

DISPERSÃO
Também denominada variação ou dispersão, é uma característica inerente a todo processo, segundo a qual a medição de qualquer item de controle nunca se repete com o mesmo valor. Para um conjunto de valores medidos, a variabilidade pode ser medida pela amplitude (ver), ou pelo desvio padrão (ver). É o resultado de alterações nas condições sob as quais as observações são tomadas. Estas alterações podem refletir diferenças entre as matérias-primas, as condições dos equipamentos, os métodos de trabalho, as condições ambientais e os operadores envolvidos no processo. A variabilidade é a causa da fabricação de produtos (bens ou serviços) defeituosos. As causas da variação podem ser causas comuns (ver) ou causas especiais (ver).

DISPOSIÇÃO DE ITEM NÃO-CONFORME

Ação a ser tomada para tratar um item não-conforme, a fim de eliminar a não-conformidade ou torná-lo aceitável.

DISTRIBUIÇÃO
É a forma estatística de representação conjunta dos valores possíveis de um processo de medida e de suas freqüências.

DISTRIBUIÇÃO AMOSTRAL
Descreve o padrão de variação dos valores de uma estatística (ver Estatística – 2), para diferentes amostras extraídas da população de interesse.

DISTRIBUIÇÃO NORMAL

É um modelo estatístico que fornece uma base teórica para o estudo do padrão de ocorrência dos elementos de várias populações de interesse.

DMAIC
O DMAIC, que é o “modelo para melhorias” utilizado por um grande número de empresas que estão adotando o Programa Seis Sigma nos Estados Unidos, é um ciclo constituído por cinco fases básicas: Define (Definir); Measure (Medir); Analyze (Analisar); Improve (Melhorar); Control (Controlar). Como outros “modelos para melhorias”, o DMAIC é baseado no Ciclo PDCA. Portanto, o DMAIC, assim como o Ciclo PDCA, é um método de solução de problemas ao qual é integrado, de forma lógica, um conjunto de ferramentas para coleta, processamento e disposição das informações necessárias para a execução de cada fase do método.

DOMÍNIO TECNOLÓGICO
Capacidade de estabelecer, operacionalizar, manter e melhorar sistemas, pela especificação, projeto e padronização de produtos e processos, de modo a assegurar, pelo gerenciamento, os objetivos de qualidade intrínseca, custo, entrega, moral e segurança, que garantem, pela análise do próprio sistema, que as metas pré-estabelecidas sejam atingidas.

DOWNSIZING

Nos anos 80, as grandes empresas cresceram de forma desordenada por meio da diversificação para novos negócios. Criaram estruturas gigantescas para competir numa era em que a velocidade e a flexibilidade são os dois requisitos-chave. Por isso, nos anos 90 foram forçadas a reestruturar-se, um processo designado downsizing (um termo importado da informática). Aplicado à gestão significa a redução radical do tamanho da empresa, geralmente por meio do delayering (redução dos níveis hierárquicos) ou da venda de negócios não estratégicos. As empresas ganham flexibilidade e perdem burocracia e ficam mais próximas do mercado e dos clientes.

DRIVER DE TESTE
Software que permite a ativação de determinadas partes do software (módulos) com o intuito de testá-las. Normalmente, utilizam-se massas de teste previamente definidas e produzem resultados do teste, que podem ser verificados através da documentação de teste construída pelo analista ou engenheiro de software responsável pelos testes.

[]´s

2 Respostas para “DICIONÁRIO DE GESTÃO – LETRA D”

  1. ronaldocgq Diz:

    Obrigado por autorizar a divulgação do seu trabalho no Qualiblog, Rômulo.

    Passe por lá e me diga se gostou do comentário que fiz no post.

  2. celpjefscycle Diz:

    Thanks for information.
    many interesting things
    Celpjefscylc

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