
GARANTIA DA QUALIDADE
“Função da empresa que tem como finalidade assegurar que todas as atividades da qualidade estão sendo conduzidas da forma requerida (planejada). É um estágio avançado de uma organização que praticou de maneira correta o controle da qualidade em cada projeto e em cada processo. É conseguida através do gerenciamento correto via PDCA” (Campos, V.F.).“Atividade de prover às partes interessadas a evidência necessária para estabelecer a confiança de que a função qualidade está sendo conduzida adequadamente” (Juran, J.M.). A Garantia da Qualidade pode apresentar duas abordagens: a) – abordagem defensiva: Ver Controle da Qualidade Defensivo; e b) – abordagem ofensiva: Ver Controle da Qualidade Ofensivo.Ver Três Kahus.
GARANTIR
Proporcionar confiança para si mesmo e para os de- mais.
GARGALO DE ENGENHARIA
Problema que não se consegue resolver com a extenção da tecnologia própria da empresa para melhoria da qualidade.
GENBA
Deve ser usado pelo gerente ou supervisor no tratamento das anomalias. Consta de: GENBA – local real, local ou área de trabalho. Cada anomalia deve marcar a presença do gerente no local em que ocorreu. GENBUTSU – coisa real ou fenômeno ocorrido. Deve-se olhar e observar a coisa real ou que ocorreu. GENJITSU – realidade ou informação real. Deve-se colher a informação real junto ao local real (genba) e à coisa real (genbutsu).
GENBUTSU
Deve ser usado pelo gerente ou supervisor no tratamento das anomalias. Consta de: GENBA – local real, local ou área de trabalho. Cada anomalia deve marcar a presença do gerente no local em que ocorreu. GENBUTSU – coisa real ou fenômeno ocorrido. Deve-se olhar e observar a coisa real ou que ocorreu. GENJITSU – realidade ou informação real. Deve-se colher a informação real junto ao local real (genba) e à coisa real (genbutsu).
GENJITSU
Deve ser usado pelo gerente ou supervisor no tratamento das anomalias. Consta de: GENBA – local real, local ou área de trabalho. Cada anomalia deve marcar a presença do gerente no local em que ocorreu. GENBUTSU – coisa real ou fenômeno ocorrido. Deve-se olhar e observar a coisa real ou que ocorreu. GENJITSU – realidade ou informação real. Deve-se colher a informação real junto ao local real (genba) e à coisa real (genbutsu).
GERADOR DE GUI
O processo de projeto de interfaces com o usuário é iterativo. Ou seja, um modelo de projeto é criado, implementado como protótipo, examinado pelos usuários e modificado, baseado em seus comentários. O jogo de ferramentas (toolkit) de interfaces com usuário ou sistema de desenvolvimento de interfaces com o usuário (User-Interface Development Systems – UIDS), essas ferramentas oferecem módulos ou objetos que facilitam a criação de janelas, menus, interação de dispositivos, mensagens de erro, comandos e muitos outros elementos de um ambiente interativo. Os sistemas de desenvolvimento de interfaces com o usuário (User Interface Development Systems – UIDS) combinam ferramentas CASE individuais para interação humano computador com uma biblioteca de componentes de programa que possibilita que o desenvolvedor construa uma interface humano computador rapidamente. O UIDS oferece componentes de programa que gerenciam dispositivos de entrada, validam entradas do usuário, manipulam condições de erro, processam “undos”e aborts, oferecem feedback visual, prompts e socorro, atualizam o display, gerenciam dados de aplicação, manipulam scrolling e editing, isolam a aplicação das funções de gerenciamento da tela e suportam características de customização para o usuário final.
GERÊNCIA (ou GERENCIANDO) PELA QUALIDADE TOTAL – GQT
Sistema administrativo aperfeiçoado no Japão a partir de idéias americanas, com base em elementos de diversas fontes: aspectos do trabalho de Taylor; utiliza o controle estatístico de processos cujos fundamentos foram lançados por Shewhart; adota conceitos de Maslow acerca do comportamento humano, além de lançar mão do conhecimento ocidental sobre qualidade, principalmente os trabalhos de Deming e de Juran. O TQC é um modelo administrativo montado pelo Grupo de Pesquisa de Controle de Qualidade da JUSE. É um sistema voltado para a sobrevivência da empresa, constituindo uma mudança substancial na prática gerencial. A expressão “Total Quality Control” deve ser creditada a A. V. Feigenbaum, também americano, aparecendo no seu livro “Total Quality Control”, publicado em 1961. Em sua concepção o controle da qualidade é exercido por especialistas. O modelo japonês difere deste enfoque porque adota o Controle da Qualidade Total com envolvimento de todos os empregados de todos os setores da organização, em todos os níveis hierárquicos. Daí ser denominado de TQC “no estilo japonês”.
GERÊNCIA DE REQUISITOS
Estabelecimento e manutenção de um entendimento/acordo com o cliente sobre os requisitos para o projeto de software. Este acordo refere-se aos requisitos do sistema alocados para o software. O cliente pode ser interpretado como o grupo de engenharia do sistema, o grupo de marketing, outra organização interna, ou um cliente externo. O acordo compreende requisitos técnicos e não técnicos. O acordo forma a base para a estimativa, planejamento, execução e acompanhamento das atividades do projeto de software através do ciclo de vida do software.
GERENCIAMENTO DA ROTINA
Gerenciamento (controle) das tarefas do dia-a-dia da organização. (ver Gerenciamento da Rotina do Trabalho do Dia-a-Dia).
GERENCIAMENTO DA ROTINA DO TRABALHO DO DIA-A-DIA- (Kanri)
Ações e verificações diárias conduzidas para que cada pessoa possa assumir as responsabilidades no cumprimento das obrigações conferidas a cada indivíduo e a cada organização. Conjunto de atividades voltadas para alcançar os objetivos atribuídos a cada processo. Estas atividades são: definição de função, macrofluxograma, determinação dos itens de controle, montagem (de forma participativa) dos fluxogramas das tarefas para ajudar a padronização, definição dos métodos para se atingir as metas; definição clara dos problemas e de como resolvê-los com participação de todas as pessoas e, finalmente, educação e treinamento do pessoal. Pode também ser definido como: prática do controle da qualidade baseada na padronização e consta de: estabelecer padrões para a satisfação das necessidades das pessoas, manter padrões e melhorar estes padrões. Significa também, obedecer a normas, evitar alterações ou mudanças. Se este gerenciamento estiver bem montado o produto ou serviço apresentará sempre o mesmo padrão de qualidade. O mesmo que Gerenciamento Interfuncional (ver). Ver Gerenciamento pelas Diretrizes.
GERENCIAMENTO DE CONFIGURAÇÃO
Atividade abrangente que é aplicada em todo o processo de engenharia de software, podendo ser vista como uma atividade de garantia da qualidade de software. Uma vez que uma mudança pode ocorrer a qualquer tempo, as atividades de SCM são desenvolvidas para identificar a mudança; controlar a mudança; garantir que a mudança esteja sendo adequadamente implementada; e relatar a mudança a outras pessoas que possam ter interesse nela. O gerenciamento de configuração de software é um conjunto de atividades que foi desenvolvido para administrar as mudanças em todo o ciclo de vida do software.
GERENCIAMENTO DE LINHA
O mesmo que Gereciamento da Rotina do Trabalho do Dia-a-Dia. (ver).
GERENCIAMENTO DE MELHORIAS
Gerenciamento que busca a melhoria dos processos, mediante a alteração dos seus padrões, para níveis nunca antes atingidos.
GERENCIAMENTO DE PROJETOS (GP)
O Gerenciamento de Projetos (GP) é um ramo da Ciência da Administração que trata do planejamento e controle de projetos. A boa prática do gerenciamento de projetos produz resultados expressivos para a sobrevivência e progresso das organizações.
GERENCIAMENTO DO VALOR
É uma metodologia de gestão criada nos anos 50 pelo americano Lawrence Miles. Consiste em decompor um produto ou serviço nas suas funções principais e, em seguida, delinear as soluções organizacionais mais apropriadas para reduzir os custos de produção. Implica uma análise detalhada do valor criado pela empresa por meio da distribuição dos custos totais de um produto ou serviço pelas suas diferentes etapas: concepção, fabrico, venda, distribuição e serviço aos clientes. Este conceito deu origem às noções de cadeia de valor, de valor acrescentado do produto ou serviço e de shareholder value (valor para o acionista) cuja autoria pertence a Alfred Rappaport.
GERENCIAMENTO FUNCIONAL – (Kanri)
Cuida da manutenção e melhoria contínua das operações do dia-a-dia de uma empresa. O mesmo que Gerenciamento da Rotina do Trabalho do Dia-a-Dia (ver).
GERENCIAMENTO INTERFUNCIONAL – (Hoshin)
Cuida da solução de problemas prioritários da alta administração através do desdobramento das diretrizes e seu controle interfuncional (interdepartamentos). Tem como função olhar para o futuro da organização. É o gerenciamento estratégico, de responsabilidade da alta administração.
GERENCIAMENTO MATRICIAL DE DESPESAS
O Gerenciamento Matricial de Despesas é um método gerencial que tem como objetivo a redução de custos, obtida por meio da análise detalhada da situação atual, identificação e utilização de melhores práticas. Adicionalmente, este método proporciona diversos benefícios qualitativos para a organização, entre eles conhecimento detalhado dos gastos; avaliação do desempenho de cada área; estabelecimento de metas justas e desafiadoras; melhoria da qualidade da base de dados para a tomada de decisão; implementação de mudanças/melhorias no processo de gestão dos recursos e elaboração do orçamento de custos que assegure o alcance de uma diretriz anual de redução de despesas.
GERENCIAMENTO MATRICIAL DE RECEITA (GMR)
O Gerenciamento Matricial de Receita (GMR) é um método gerencial para elaboração e controle do planejamento anual de vendas que busca o aumento da receita operacional líquida e contribui para melhoria do indicador de rentabilidade da empresa. O GMR é baseado no método PDCA para melhoria contínua dos resultados de vendas da organização. No Sistema de Gestão do INDG, se enquadra dentro do Gerenciamento pelas Diretrizes (Hoshin Kanri), alinhando toda a organização comercial (Vendas & Marketing) com metas claras e específicas desdobradas em todos os níveis a partir de uma meta corporativa.
GERENCIAMENTO PARTICIPATIVO
No TQC é aquele tipo de gerenciamento que atua de tal maneira a conseguir captar um conjunto de idéias de todos os elementos do grupo e com elas formar, também em conjunto, um plano gerencial, bem como comprometer todos os elementos do grupo com os objetivos desse plano gerencial.
GERENCIAMENTO PELA ORGANIZAÇÃO
O mesmo que Gerenciamento da Rotina do Trabalho do Dia-a Dia.
GERENCIAMENTO PELAS DIRETRIZES
Procedimentos gerenciais necessários para garantir que as diretrizes sejam executadas em todos os níveis e que as metas da alta administração sejam alcançadas através do desdobramento dos itens de controle de níveis hierárquicos mais altos para os mais baixos.
GERENCIAMENTO PELAS DIRETRIZES – (Hoshin Kanri)
“É um sistema administrativo praticado por todas as pessoas da empresa, que visa garantir a sobrevivência da mesma à competição internacional” (Campos, V.F ). É um sistema voltado para atingir as metas que não podem ser atingidas pelo Gerenciamento da Rotina do Trabalho do Dia-a-Dia;para resolver os problemas crônicos e difíceis da organização e os problemas importantes e desafiantes que aparecem pela necessidade de sobrevivência da organização. É constituído por dois sistemas: O Gerenciamento Funcional (ver) e Gerenciamento Interfuncional (ver). A implantação do Gerenciamento pelas Diretrizes depende dos seguintes pré-requisitos: comprometimento da alta Administração; bom sistema de coleta e análise de dados; elevada competência no MSP Método de Solução de Problemas (ver) e sólido Gerenciamento da Rotina do Trabalho do Dia-a-Dia (ver).
GERENCIANDO PELA QUALIDADE
Ver Controle da Qualidade.
GERENCIAR
No Gerenciamento da Qualidade Total gerenciar signi- fica conduzir simultaneamente duas ações: Rotina e Melhorias. Segundo McGregor, D. “gerenciar é essencialmente resolver problemas”, e segundo Campos, V. F. “gerenciar é essencialmente atingir metas. Não existe gerenciamento sem metas.”
GERENCIAR PELA QUALIDADE
É gerenciar a organização para satisfazer as pessoas a quem ela atende.
GESTÃO
O Dicionário Aurélio a define como o ato de gerir ou gerência e aponta a palavra administração como sinônimo. Alguns autores, no entanto, entendem que administração possui uma conotação diferente do vocábulo gestão já que esta, mais recentemente, passou a significar a interferência direta e ampla dos gestores nos sistemas e procedimentos empresariais. Neste sentido, gestão poderia ser definida como o gerenciamento do conjunto de ações e estratégias nas organizações, de maneira holística, visando atingir seus objetivos. Há uma linha de pensamento que afirma que a administração está para os gerentes assim como a gestão está para os líderes.
GESTÃO À VISTA
Gestão à base de um sistema que possibilite que os principais itens de controle estejam em fácil acesso a toda a equipe, seja através de gráficos, dados, informações gerenciais que permitam uma rápida e fácil visualização e interpretação dos mesmos.
GESTÃO AMBIENTAL
Tomando-se por base o modelo normativo NBR ISO 14001, o Sistema de Gestão Ambiental é definido como a parte do sistema de gestão da organização que inclui estrutura organizacional, atividades de planejamento, responsabilidades, práticas, procedimentos, processos e recursos para desenvolver, implementar, atingir, analisar criticamente e manter a sua Política Ambiental.
GESTÃO DA INOVAÇÃO
É um sistema que direciona a empresa na execução das atividades para o desenvolvimento de produtos e serviços. Serve para desenvolver novos produtos e serviços, remodelar produtos e serviços já existentes e redesenhar processos.
GESTÃO DA MUDANÇA
A idéia não é propriamente nova. O que mudou foi a própria natureza da mudança, que de incremental e passível de previsão passou a descontínua, veloz e imprevisível. Segundo o livro Fast Forward, tema de capa desta edição, as três forças geradoras da mudança são as tecnologias, a desregulamentação e a globalização. Os gestores devem preparar-se para a mudança por meio da resposta a três perguntas fundamentais: como será a organização do futuro? Qual o processo de mudança ideal? Qual o tipo de competências que é necessário?
GESTÃO DA QUALIDADE
Parte da função gerencial global que determina e implementa a política da qualidade. A gestão da qualidade inclui: planejamento estratégico, alocação de recursos e outras atividades sistemáticas para a qualidade, tais como: Planejamento da Qualidade, Manutenção da Qualidade e Melhoria da Qualidade.
GESTÃO DE CONFIGURAÇÃO
Atividade técnica e gerencial aplicada ao longo de todo o ciclo de vida do software que tem por objetivo garantir a integridade do produto sendo desenvolvido, mantendo um histórico de todos os itens sob controle. Basicamente, é composta de quatro tarefas: identificação da configuração, controle da configuração, balanço da configuração e auditoria da configuração.
GESTÃO DO CONHECIMENTO
Processo sistemático, articulado e intencional, apoiado na geração, codificação, disseminação e apropriação de conhecimentos que são estratégicos o alcance dos objetivos da organização, alavancando, multiplicando e gerando riquezas a partir do capital intelectual e do saber organizacional.
GESTÃO PELA QUALIDADE TOTAL – GQT
Sistema administrativo aperfeiçoado no Japão a partir de idéias americanas, com base em elementos de diversas fontes: aspectos do trabalho de Taylor; utiliza o controle estatístico de processos cujos fundamentos foram lançados por Shewhart; adota conceitos de Maslow acerca do comportamento humano, além de lançar mão do conhecimento ocidental sobre qualidade, principalmente os trabalhos de Deming e de Juran. O TQC é um modelo administrativo montado pelo Grupo de Pesquisa de Controle de Qualidade da JUSE. É um sistema voltado para a sobrevivência da empresa, constituindo uma mudança substancial na prática gerencial. A expressão “Total Quality Control” deve ser creditada a A. V. Feigenbaum, também americano, aparecendo no seu livro “Total Quality Control”, publicado em 1961. Em sua concepção o controle da qualidade é exercido por especialistas. O modelo japonês difere deste enfoque porque adota o Controle da Qualidade Total com envolvimento de todos os empregados de todos os setores da organização, em todos os níveis hierárquicos. Daí ser denominado de TQC “no estilo japonês”.
GESTÃO POR OBJETIVOS
Criada por Peter Drucker nos anos 50, a gestão por objetivos (management by objectives – MBO) descreve um sistema de gestão em que os trabalhadores e os gestores de topo definem em conjunto qual é o objetivo final do seu trabalho, como o realizar, de que forma será avaliado e qual o tempo necessário à concretização. É uma técnica popular em todo o mundo. Há, no entanto, três críticas clássicas à sua aplicação: os gestores tendem a definir metas pouco ambiciosas ou irrealistas; os objetivos raramente resultam de um processo participativo e descentralizado; e não promove o trabalho de equipe.
GESTOR DE ENTIDADE
Responsável por uma área, segue a estrutura organizacional da empresa desde o menor nível hieráquico (como centro de custos ou vendedor) até o corporativo (presidente). São os responsáveis pelo alcance das metas de cada área definida.
GESTOR DE PACOTE
Responsável por um pacote, que é um agrupamento de itens (contas contábeis ou produtos) com similariedade de lançamentos ou características. É desginado ou nomeado pela alta administração da organização e precisa ter autoridade suficiente para analisar dados de toda a empresa e negociar com diferentes níveis hierárquicos dentro da empresa. Não é uma função da estrutura organizacional da organização. São os reponsáveis pelo alcance das metas corporativas do seu pacote.
GLOBAL SOURCE
Fornecimento Global – Situação em que as empresas adquirem recursos de fornecedores que praticam os preços mais competitivos, a nível mundial.
GLOBALIZAÇÃO
As tecnologias de informação deram origem a uma verdadeira aldeia global. Para os gestores, o termo significa a integração mundial das atividades de uma organização. É uma etapa mais avançada da internacionalização, em que os processos são organizadas à escala global, como se o mundo fosse um único país. A globalização diz respeito a todas as funções da empresa, mas muitas vezes é apenas limitada ao marketing. Nesta área, Theodore Levitt foi o primeiro guru a alertar para a homogeneidade global das preferências dos consumidores.
GMR
Ver Gerenciamento Matricial de Receita.
GQT – GERÊNCIA DA QUALIDADE TOTAL OU GESTÃO PELA QUALIDADE TOTAL
Sistema administrativo aperfeiçoado no Japão a partir de idéias americanas, com base em elementos de diversas fontes: aspectos do trabalho de Taylor; utiliza o controle estatístico de processos cujos fundamentos foram lançados por Shewhart; adota conceitos de Maslow acerca do comportamento humano, além de lançar mão do conhecimento ocidental sobre qualidade, principalmente os trabalhos de Deming e de Juran. O TQC é um modelo administrativo montado pelo Grupo de Pesquisa de Controle de Qualidade da JUSE. É um sistema voltado para a sobrevivência da empresa, constituindo uma mudança substancial na prática gerencial. A expressão “Total Quality Control” deve ser creditada a A. V. Feigenbaum, também americano, aparecendo no seu livro “Total Quality Control”, publicado em 1961. Em sua concepção o controle da qualidade é exercido por especialistas. O modelo japonês difere deste enfoque porque adota o Controle da Qualidade Total com envolvimento de todos os empregados de todos os setores da organização, em todos os níveis hierárquicos. Daí ser denominado de TQC “no estilo japonês”.
GRÁFICO
Termo genérico para designar qualquer representação pictórica de dados estatísticos. Exemplos: gráficos de barras, gráficos setoriais, gráfico seqüencial etc.
GRÁFICO DE ACOMPANHAMENTO
Ver Gráfico Seqüencial.
GRÁFICO DE CONTROLE
O mesmo que Carta de Controle – Representação gráfica de uma característica do processo que registra os valores estatísticos dessa característica em função do número da amostra ou de outra indicação do tempo e um ou dois limites de controle. Ele informa se o processo está ou não sob controle estatístico. É útil para monitoramento da variabilidade e para a avaliação da estabilidade de um processo, sendo também muito efetivo em diversas etapas dos Ciclos PDCA para manter e para melhorar. Existem dois tipos de gráficos de controle: Gráfico de Controle para Variáveis e Gráfico de Controle para Atributos. É uma das Sete Ferramentas do Controle da Qualidade.
GRÁFICO DE PARETO
Gráfico de barras que ordena as frequências das ocorrências, da maior para a menor, permitindo a priorização dos problemas. Mostra ainda a curva de percentagens acumuladas. Sua maior utilidade é a de permitir uma fácil visualização e identificação das causas ou problemas mais importantes, possibilitando a concentração de esforços sobre os mesmos. É uma das Sete Ferramentas da Qualidade. (ver Princípio de Pareto)
GRÁFICO DE PARETO PARA CAUSAS
Dispõe a informação de modo que se torna possível a identificação das principais causas de um problema. Estas causas fazem parte dos fatores que compõem um processo: equipamentos, insumos, informações do processo ou medidas, condições ambientais, pessoas, métodos ou procedimentos.
GRÁFICO DE PARETO PARA EFEITOS
Dispõe a informação de modo que se torna possível a identificação do principal problema enfrentado por uma empresa. Pode ser utilizado para descobrir problemas relacionados às cinco dimensões da Qualidade Total: qualidade, custo, entrega, moral e segurança.
GRÁFICO DE PROBABILIDADE NORMAL
É uma ferramenta estatística que processa e dispõe as informações de forma que seja possível a verificação da validade da suposição de que uma amostra de interesse tenha sido extraída de uma distribuição normal.
GRÁFICO DE TENDÊNCIA
Ver Gráfico Seqüencial.
GRÁFICO EM SETORES
Consta de um círculo dividido em setores com áreas proporcionais aos dados. São úteis para representar dados de modo que possam ser visualizados facilmente em suas diversas proporções. Os gráficos em setores são utilizados da mesma forma que o Gráfico de Pareto (ver).
GRÁFICO RAMO-E-FOLHA
Dispõe as informações de modo que seja possível a visualização da forma da distribuição de um grande conjunto de dados e também a percepção da localização do valor central e da dispersão dos dados em torno deste valor central. Ver também Diagrama de Pontos. Na construção de um gráfico ramo-e-folha não ocorre perda de informação sobre as observações individuais do conjunto de dados, o que ocorre no histograma.
GRÁFICO SEQÜENCIAL
Gráfico que mostra, no tempo, o comportamento de um item de controle (variável). No eixo vertical são lançados os valores medidos da variável em estudo, registrando-se na horizontal o respectivo número de ordem (ordem cronológica). É útil na determinação da capacidade de um processo. É também chamado de Gráfico de Acompanhamento e de Gráfico de Tendência. O gráfico seqüencial é uma das Sete Ferramentas do Controle da Qualidade (ver).
GRAU
Indicador de categoria ou classe, relacionado a propriedades ou características que tratam de diferentes conjuntos de necessidades para produtos ou serviços destinados ao mesmo uso funcional.
GRAU DE DEMONSTRAÇÃO
Extensão em que a evidência é gerada com o objetivo de prover a confiança de que os requisitos especificados são atendidos.
GRUPO DA QUALIDADE
Grupo de colaboradores que desenvolvem um Projeto da Qualidade, coordenados ou supervisionados por um gerente. O grupo é dissolvido quando o Projeto da Qualidade estiver completado.
GRUPO DE APOIO LOGÍSTICO – GAL
Grupo de colaboradores que assessoram o GSQP e os comitês de Qualidade das Diretorias, na formulação de diretrizes, elaboração de relatórios e no desenvolvimento de ações facilitadoras para a criação e implantação de Equipes de Qualidade e no assessoramento e acompanhamento das ações provenientes dos Planos de Ação da Qualidade.
GRUPO SUPERVISOR DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE
Grupo composto de um representante, no nível de Superintendente, de cada área da Administração Superior da Empresa, para garantir a interconexidade das ações da qualidade. Seu papel basicamente é: Ajudar a consolidação, no corpo social da Empresa, dos princípios norteadores da “Política da Gestão com Qualidade Total”; Consolidar trimestralmente, a partir de sua supervisão dos comitês, um Relatório Gerencial da Qualidade e Produtividade da Companhia; Autorizar a implantação de novas Equipes de Qualidade.
GUIA ABNT ISO/IEC GUIA 2
Termos gerais e suas definições relativas à normalização e atividades correlatas.
GUIA ABNT ISSO/IEC GUIA 25
Requisitos gerais para a capacitação de laboratórios de calibração e de ensaios.
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