VOCÊ É HANDS ON?

Novembro 25, 2007

(Max Gehringer / Colunista da Revista EXAME)

“Vi um anúncio de emprego. A vaga era de Gestor de Atendimento Interno, nome que agora se dá à Seção de Serviços Gerais. E a empresa exigia que os interessados possuíssem – sem contar a formação superior – liderança, criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem HANDS ON. Para o felizardo
que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico.
Não que esse fosse algum exemplo fora da realidade. Ao contrário, é quase o paradigma dos anúncios de emprego. A abundância de candidatos permite que as empresas levantem cada vez mais a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido.
E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm as agruras da super-qualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico…
Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de atendimento interno.. E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges, Gerente da Contabilidade.

Seu Borges: — Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.

Fabiana: – In a hurry!
Seu Borges: — Saúde.
Fabiana: – Não, Seu Borges, isso quer dizer “bem rapidinho”. É que eu tenho fluência em inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas
por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala portugues?
Seu Borges: – E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?
Fabiana: — O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.
Seu Borges: — Não, não.. Cópias normais mesmo.
Fabiana: — Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos.
Seu Borges: – Fabiana, desse jeito não vai Dar!
Fabiana: – E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.
Seu Borges: — Como assim?
Fabiana: – É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E considero isso um desperdício do meu potencial energético.
Seu Borges: — Olha, neste momento, eu só preciso das três cópias.
Fabiana: – Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro…
Seu Borges: – Futuro? Que futuro?
Fabiana: — É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.
Seu Borges: – Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!
Fabiana: — Sei. Mas o senhor é hands on?
Seu Borges: — Hã?
Fabiana: — Hands on….Mão na massa.
Seu Borges: – Claro que sou!
Fabiana: – Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades.
Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.”

Gostei muito desta histórinha!!!

Quando seleciona um funcionário, você sabe exatamente o que ele vai fazer?
Até que ponto usamos todas as capacidades dos nossos funcionários?

Analise e reflita.

[]´s


CONSULTOR DE MARKETING PLENO – RJ

Setembro 17, 2007

Duração do Projeto: 5 meses

Requisitos:

  • Formação superior completa;
  • Amplos conhecimentos de marketing, planejamento e trade-marketing;
  • Vivência em projetos ou empresas de consumo/varejo;
  • Dominio de Excel;
  • Vivência em coordenação de pessoas;
  • Disponibilidade para viagens por todo Brasil.

Salário: R$ 4.000,00

Enviar curriculo para cpinheiro@mavis.com.br

Favor só enviar curriculo no perfil e com disponibilidade para projeto temporario.


TREINAR A GESTÃO DE VENDAS: TODA A EQUIPE PARTICIPA!

Setembro 12, 2007

HSMCom produtos oferecidos ao mercado cada vez mais parecidos, discursos semelhantes, estratégias aproximadas e grande concorrência, a competência para criar diferenciais competitivos –a partir de ações de venda consultiva–, passa a ser um imperativo categórico. Portanto, ter uma área comercial capaz de interpretar e traduzir corretamente as demandas do mercado é hoje uma condição fundamental para aumentar o índice de aproveitamento de oportunidades. As materialidades discursivas precisam ser renovadas.

A venda –neste panorama, entendida em uma visão sistêmica– deve permitir aos profissionais que a operam se voltarem a construir novas estratégias em seu relacionamento com os clientes. O ato de vender não deve ser mais considerado sinônimo de convencer o cliente a comprar: É preciso que todos os membros da equipe se posicionem junto aos clientes como solucionadores. Também não se trata do velho e batido discurso do “encantamento”, mas sim, de uma postura de gestão comercial. Como? Toda a equipe deve gerir as vendas e não somente o cara da sala envidraçada. Deixem os gurus para lá: vamos vender melhor!Equipe de Vendas

Para isso é necessário formar o espírito de equipe. O treinamento comercial tem que, necessariamente, contribuir para que os resultados qualitativos da equipe sejam aprimorados, não somente metas e quantidade. Além disso, as ações de treinamento devem permitir que sejam mensuráveis em termos de sua capacidade de influenciar atitudes e comportamentos, criando e reforçando valores, principalmente, junto aos profissionais que operacionalizam o dia-a-dia da atividade comercial. Planejar é essencial, aprender é o básico, treinar é condição de possibilidade para qualquer realização. Mas cuidado: fuja dos chamados “cursos de prateleira” e nem pense que uma volta pelo Google pode dispensar a contratação de um consultor experiente.

Deste modo, o que se postula aqui é a possibilidade do aproveitamento das potencialidades e competências das equipes de venda, em um projeto que contemple o desenvolvimento destas capacidades, de acordo com as demandas regionais ou situacionais. Isto significa não apresentar uma proposta fechada, mas, ao contrário, uma sistemática de atuação em vendas, com foco em objetivos definidos e naturalmente considerados de alta prioridade. Isto somente é possível a partir de um levantamento situacional minucioso.

Assim, trata-se de uma abordagem que procura fazer frente aos desafios do complexo mercado moderno de varejo, com especificidade para o mix de produtos em pauta e quais as vantagens que podem ser auferidas com a adoção destas posturas. Paralelamente, trata-se de um sistema de treinamento contínuo que possibilita, além da mera transmissão de conhecimentos, agregar valores e maiores possibilidades, quando não, ampliando as estruturas já existentes e dando-lhe um maior sentido. Neste leque de abrangência, se cuidará de uma transformação qualitativa: Capacitar vendedores a se tornarem solucionadores e facilitadores ao consumidor final, B2B, varejo, atendimento ou qualquer outra modalidade.

Mas, como formar e obter profissionais de vendas e não simples vendedores? Como obter este nível? Acreditamos que esta trajetória tenha relação de necessidade com uma premissa básica: Integrar o treinamento na função exercida por todos os profissionais de vendas, transformando-o em vetor de modificações. O treinamento precisa estar inserido na rotina das atividades de todos: Todo o tempo. Isto quer dizer: diariamente. Mas sem os exageros e anglicismos: mentoring, coaching, counseling, accompaniment e outros bichos. Não precisamos complicar as coisas. Vamos direto ao ponto: trata-se de formação, acompanhamento, esclarecimento e relação de proximidade. Ao implantar-se esta condição, as devolutivas, ferramentas e processos passam a fazer parte das expectativas funcionais. Portanto, estabelecer os objetivos de treinamento e do que deve ser retido como conteúdo essencial deve ser prioritário.

Mas, lembre-se sempre: nenhum “perfil perfeito” de contratação substitui a formação e a integração de uma equipe. Temos que desmontar o mito corporativo de que a contratação “perfeita” exime a empresa de treinar e integrar seus colaboradores. Vale mais contratar quem tem potencial para ser treinado posteriormente do que um PhD ou candidatos com excesso de competitividade. Conforme ilustra nossa vivência, normalmente eles se tornam líderes negativos, pois um julga saber tudo e o outro não tem medidas para sua ambição. Precisamos de pessoas melhores, que gerenciem melhor sua profissão e tragam resultados superiores.

Fonte: Portal HSM On-line

11/09/2007
Lico, Luís Sérgio

Filósofo, consultor, escritor e conferencista. Autor do livro O profissional invisível.


EMPREGO: CONSULTOR DE NEGÓCIOS / GRANDES CONTAS RJ

Setembro 12, 2007

Requisitos:

  • Graduação completa (imprescindível)
  • Experiência com captação e manutenção de grandes contas na área de Telecom

Salário fixo + variável + pacote de benefícios atrativo

Enviar currículo até 12/09 com pretensão salarial para patriciasantos@alliage.com.br (Colocar no assunto: Consultor de Negócios)

Informamos que seu currículo será analisado com base no perfil do cargo e somente entraremos em contato com os candidatos que forem considerados APTOS nesta etapa, o que deverá ocorrer no prazo máximo de 15 dias da data de sua inscrição.
Não havendo contato dentro do prazo estipulado, seu currículo será mantido na Alliage para futuras oportunidades que possam surgir.

Agradecemos a compreensão.

Cadastre-se também no site www.alliageonline.com.br, garantindo a sua inscrição.


TRAINEE 2008 NO INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL

Setembro 6, 2007

INDG

O Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG), consultoria em gestão empresarial, abriu inscrições para o Programa Trainee 2008.

Requisitos:

  • O candidato têm de estar formado há, no máximo, dois anos, ou com a graduação prevista para dezembro de 2007;
  • Candidatos devem ter feito ou ainda estar estudando administração de empresas, ciência da computação, ciências econômicas, engenharia e estatística;
  • Potencial de aprendizagem;
  • Avaliação do rendimento acadêmico;
  • Capacidade de trabalho em equipes;
  • Além de disponibilidade para viagens;
  • Fluência em pelo menos um idioma;
  • Bons conhecimentos em informática.

As inscrições devem ser feitas até o dia 30 deste mês por meio do site do INDG. As admissões serão feitas em dezembro de 2007 e janeiro de 2008.

O número de vagas não é limitado – todos os candidatos que se encaixarem no perfil são selecionados. A duração do programa é de dois anos. Na primeira fase são realizados treinamentos em sala de aula e simulações de projetos. Posteriormente, os trainees são destacados para participar de atividades no Brasil e exterior.

Segundo o INDG, a maioria dos profissionais selecionados pelo programa permanece no instituto após conclusão da fase de treinamento – desde que foi criado, em 2003, 570 profissionais já foram recrutados.


SEMINÁRIO: GESTÃO ESTRATÉGICA EM CONTROLADORIA

Setembro 4, 2007

OBJETIVO:

  • Fornecer uma visão gerencial da aplicabilidade prática dos conceitos de controladoria na governança corporativa.
  • Visualizar o papel da controladoria e do controller na gestão estratégica do negócio e sua influência decisiva na consecução de resultados satisfatórios para a organização.
  • Entender a importância do alinhamento estratégico da empresa aos procedimentos contábeis na busca de resultados financeiros positivos.
  • Compreender os principais desafios e vantagens em implementar as normas da IFRS.

Data do Evento: 19 de Setembro
Carga horária: 08 horas

Horário de realização: 09h00 às 18h00

Local: Hotel Caesar Business Paulista
Av. Paulista, 2181 – Bela Vista
Tel: (11) 3066-6666
Reservas para hospedagem: (11) 2184-1652
www.caesarbusiness.com.br

Para mais informações clique aqui.