DEIXE O MERCADO FINANCIAR O CRESCIMENTO DE SUA EMPRESA

Novembro 18, 2007

HSMUma nova visão estratégica pode ser aproveitada por você para deixar que o mercado, no seu caos aparente, combine interesses também aparentemente aleatórios a favor de seu empreendimento.

A condição básica necessária é você ter algo concreto a oferecer para um contingente ampliado de consumidores e/ou parceiros, a ponto de motivá-los a desembolsar alguma grana para ter seu produto ou serviço ao longo do tempo.

O resto o mercado proverá.

Uma estratégia aparentemente simples é evitada pela maioria dos profissionais que têm talento que o mercado busca desesperadamente porque somos ainda condicionados a ir para o mundo dos negócios com a visão do início do século passado. Ou seja, concentramos desde a etapa zero do empreendimento toda a responsabilidade pelos custos do projeto.

Alugamos um escritório, contratamos um auxiliar para nos ajudar no atendimento telefônico, uma pessoa para cuidar do café etc. Assumimos também os custos fixos com aluguel, impostos, segurança e só depois, um pouquinho exauridos financeiramente, saímos para a rua a bater de porta em porta para vender nosso peixe.

Foi assim que as grandes corporações do século passado foram fundadas, a gente imagina. E tenta repetir o modelo delas numa época em que o talento e a expertise é que geram o diferencial competitivo.Mudanças

Hoje, com um telefone, um bom laptop, um celular e a disposição de se fazer presente a um universo cada vez mais ampliado –seja através de classificados em jornais ou inserções nas rádios da sua comunidade ou como eu o faço agora através deste texto– você tem condições de excitar o mercado. De maneira crescente e a ponto de transformar o seu talento e expertise no fermento que vai fazer crescer o bolo do negócio que você quer gerenciar de maneira progressiva, crescente e lucrativa.

Se a gente romper o Padrão Belchior, da famosa canção “Como nossos pais”, e evitar estratégias de negócios que nos remetam para os versos “Ainda somos os mesmos e vivemos/Como os nossos pais” teremos a oportunidade de tornar maestros de nossas próprias iniciativas.

E incorporar, ao longo do tempo, os talentos que complementem os nossos numa ação a favor dos interesses, desejos e vontades de nossos clientes. É essa atitude que chamo deixar o mercado financiar os seus empreendimentos.

Comece, pois, pesquisando o que seu talento pode entregar para um determinado grupo de consumidores ou de parceiros ao longo de um determinado período, seja um ou dois anos. Geralmente, basta prestar atenção ao que você já faz bem, com algum tipo de retorno. Mesmo que ainda esteja submetido a um holerite.

Na seqüência, comece a buscar a maneira mais em conta possível para apresentar seus talentos e trabalhe para convencer alguém a financiar a sua expertise. Como?

Adote uma pitada de ousadia e apresente respostas em vez de perguntas aos problemas que afetam sua área de especialização. Sempre tem uma resposta ainda sem a visibilidade suficiente para estimular vários clientes ou parceiros a transformá-la em produto ou serviço lucrativo. Com sua ajuda, claro.

É assim que você colocará de pé, mais uma vez, o ovo de Colombo. E com o tempo, persistência e inventividade consolidará seu empreendimento, gastando muito talento e deixando os investimentos em infra-estrutura, por exemplo, serem financiados por seus futuros parceiros ou clientes.

Fonte: Portal HSM On-line
13/11/2007
Roza, Marco

Jornalista e autor do livro Procurar emprego nunca mais, com prefácio de Joelmir Beting. Trabalhou na Folha de São Paulo, Folha da Tarde, Notícias Populares, Diário do Grande ABC e Central Office of Information, órgão de divulgação do Governo Inglês, em Londres.


REDES SOCIAIS: O FUTURO DOS NEGÓCIOS ONLINE

Novembro 7, 2007

REDES SOCIAISBoa noite amigos,

Nas últimas semanas andei navegando e analisando os conceitos e serviços das REDES SOCIAIS. Após algum tempo, pude notar as transformações que aconteceram na forma das pessoas se relacionarem. Com apenas três anos de existência, estes serviços se transformaram no maior tesouro do planeta. Não entenderam??? Vou explicar:
Inovação:
Através da análise em nichos específicos de mercado, produtos e serviços poderão ser criados e aprimorados.
Conhecimento:
Analisando estes perfis, grandes empresas podem empreender campanhas mais eficazes focadas para nichos específicos.

Esta nova forma de abordagem ao cliente final irá transformar o modo como usamos a internet hoje em dia. Os primeiros passos já estão sendo dados!!!

Últimas notícias:

- FACEBOOK CHEGA A 50 MILHÕES DE USUÁRIOS ATIVOS – 06/11/2007

- MICROSOFT NEGA TER ERRADO AO INVESTIR NO FACEBOOK – 05/11/2007

- MYSPACE SE JUNTA AO GOOGLE E REFORÇA PROJETO DA ‘WEB SOCIAL’ – 02/11/2007

- GOOGLE ‘CONTRATA’ COLABORADORES PARA TORNAR WEB MAIS SOCIAL – 01/11/2007

- GOOGLE MONTA ‘EXÉRCITO’ PARA BRIGAR COM FACEBOOK – 31/10/2007

- REDES SOCIAIS SE ARMAM PARA A ‘BATALHA DOS RECURSOS’ – 29/10/2007

- MICROSOFT PAGA US$ 240 MILHÕES POR 1,6% DO FACEBOOK – 24/10/2007

Seguindo esta trajetória, acredito que nos próximos anos, pouco a pouco, os sites de busca deixarão de ter a importância que têm. Prepare-se para o novo modelo que está se formando.

[]´s


BRANDING: DESIGN E ESTRATÉGIAS DE MARCAS

Novembro 7, 2007

HSMNo mundo contemporâneo de mercados globalizados e novas tecnologias da informação –principalmente, as digitais–, as relações com os produtos sofreram alterações consistentes, e a desmaterialização dos objetos intensifica a importância do papel que a marca passa a exercer.

Nesse novo contexto histórico, em que as identidades e as relações mais humanizadas ganham valor, as marcas serão o ponto-chave para estratégias de sobrevivência das empresas.

De certa maneira, é simples perceber que a convivência com a chamada alta tecnologia afeta necessidades simples e intrínsecas ao ser humano como, por exemplo, o lidar com nossas emoções. Também é simples perceber que, a cada dia, a qualidade e o preço de produtos similares ficam cada vez mais próximos.

Dessa forma, em diversas empresas, acompanhamos ações de design de produtos como estratégias pontuais para estabelecer uma diferenciação frente à concorrência. Isso também incentiva uma corrida frenética por inovação, trazendo, para o usuário, inúmeros objetos novos, totalmente desconhecidos, que podem mudar sua maneira de viver.

O ponto-chave está em relacionar o produto ou serviço de tal modo que o usuário possa se identificar e, conseqüentemente, memorizar –ou, no mínimo, reconhecer– a marca.

Isso acontecerá no exato e breve momento do contato, quando o usuário terá uma experiência única e singular, motivo pelo qual essa experiência deve ser muito bem planejada. Por isso, o planejamento estratégico de marca passa hoje por três pontos focais: a humanização, o design e os ambientes.

Humanização – Passamos por vários momentos recentes da história em que valorizamos, em especial, as máquinas. Elas eram o ponto central de nossas vidas (era do hardware).

Mais recentemente, com o advento da informática e da tecnologia digital, os programas passaram a dominar nossas ações (era do software), e, diante desse panorama, acreditamos que, a partir de agora, devemos centrar o foco de nossas ações no ser humano (humanware).Marcas do futuro

A humanização das marcas diz respeito à necessidade de compreender e gerar ligações emocionais entre elas e os usuários.

As marcas devem expandir seu universo sensorial e inteligente, dar importância a todos os sentidos. Não se trata de abandonar a visão, mas de implementar novos meios para que os outros sentidos também sejam atendidos.

Trata-se também de entender bem os desejos e os anseios que os usuários não conseguem expressar com exatidão e que as pesquisas, na maioria, não demonstram –o que nos leva a buscar novas formas de pesquisá-los.

As marcas também devem trabalhar com conceitos coerentes com sua identidade –e estes devem ser simples, objetivos e coesos. Definir o conceito antes de definir as estratégias de marca é pré-conceito.

Humanização das marcas diz respeito também a reconhecer e compreender as múltiplas inteligências (GARDNER, 1995).

Cada ser humano tem uma forma especial de compreender o mundo e de processar a informação que recebe. Portanto, as marcas não devem escolher meios únicos, padronizados, de se conectar com o usuário. Não estamos medindo quantidade de inteligência, mas qualidades –e, principalmente, não estamos estimulando o uso de inteligência para acertar, mas para incentivar estudos de erro. Errar bastante enquanto se projeta e se planeja.

Design – Ações de marcas são investimentos, são ações de futuro, são ações culturais, que têm o tempo certo de plantar, regar e colher –e perceber os erros nos permite corrigi-los e estender a duração dessas ações. Aqui, entramos em um novo tópico: visão de futuro.

O importante é preparar-se para as mudanças que estão sendo projetadas e que, de alguma forma, a sociedade aguarda ou deseja.

As marcas devem evitar surpresas. Surpresas não podem acontecer só com nossa marca. Se todos no mercado estão se preparando para mudanças e novidades, as marcas devem estar atentas para seguir ou não essas mudanças, mas conscientes delas.

Aqui, o design estratégico ganha espaço, pois o tempo do design é o futuro. Design é uma disciplina que permite tornar visível o que até agora não existe em nossa realidade.

É uma disciplina que permite estudar e preparar novas realidades, compreender e estabelecer metas e possíveis caminhos a empreender para esse futuro desejado. Se o futuro é de constantes inovações, devemos atualizar constantemente as estratégias, revendo, reanalisando e redesenhando esse futuro. Isso mantém as marcas vivas.

Os ambientes – Finalmente, é importante destacar que essas experiências que as marcas devem proporcionar –muitas vezes, singulares–, não podem acontecer apenas ao acaso.

Isso nos obriga a pensar espaços especialmente preparados para analisar e estudar os contatos entre a marca e os usuários. As marcas têm de pensar em ambientes comerciais próprios para esse fim, têm de pensar em espaços exclusivos para a apresentação da marca, ou brand spaces.

Não são espaços para vender produtos, mas para propiciar uma experiência de marca. A maior parte das lojas tem seus ambientes comerciais focados na venda de produtos, e não na de marca. Por isso, a maioria não é lembrada.

Para encerrar, cabe destacar que cada marca deve ter sua identidade muito bem definida, o que a tornará única.

Dessa forma, as estratégias de marca devem ser definidas conforme essas identidades: o que serve para uma pode não se aplicar a outra. Talvez, o único conselho que possa ser indicado a todas, sem exceção, é estimular estratégias de design, pois isso as ajudará a pensar e preparar sempre o futuro.

Fonte: Portal HSM On-line

31/10/2007
Guillermo, Álvaro


INCUBADORAS DEVEM CONTRIBUIR COM DESENVOLVIMENTO LOCAL

Setembro 18, 2007

AGÊNCIA SEBRAE

Evento promovido pelo Sebrae e Anprotec, a partir da segunda (17) em Belo Horizonte, destaca contribuição das incubadoras para o País

Giovana Perfeito
Brasília – Debater os avanços, dificuldades e desafios do movimento de incubadoras e parques tecnológicos no Brasil. Esse é o objetivo do seminário promovido pelo Sebrae e pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores, a Anprotec. O evento acontece a partir da segunda-feira (17) e prossegue até a sexta-feira (21) em Belo Horizonte (MG) no Ouro Minas Palace Hotel.

O ‘XVII Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas’ terá como tema central o ‘Empreendedorismo Inovador Explorando as Novas Minas do Conhecimento’. Na programação há atividades de capacitação, atualização, debates de tendências, apresentação de resultados e produção técnico-científica.

O diretor da Anprotec e professor da Universidade Federal de Minas Gerais, Christiano Becker, ressalta que para os empreendedores haverá minicursos nos dias 17 e 18. “Os empresários vão receber e atualizar informações sobre as melhores práticas de empreendedorismo inovador”, diz Becker.

Entre os temas dos minicursos estão a captação de recursos para as micro e pequenas empresas inovadoras, informações sobre incentivos fiscais e legais para a inovação, prospecção e tendências tecnológicas para pequenas e médias empresas. Os organizadores esperam contar com a participação de cerca de mil pessoas no evento.

O seminário também abordará a tendência para os próximos 20 anos do movimento de incubadoras e parques tecnológicos. O gerente da Unidade de Acesso à Inovação e Tecnologia do Sebrae Nacional, Paulo Alvim, destaca que nos últimos três anos as incubadoras começaram a trabalhar com foco no desenvolvimento local sustentável. “Essas entidades passaram a repensar a ação produtiva de forma comprometida com a sociedade”, diz Alvim.

Nesse sentido, Alvim cita que no Espírito Santo, por exemplo, há incubadora voltada para a questão ambiental, com aproveitamento de resíduos; no Nordeste, principalmente no Rio Grande do Norte, o compromisso é com a agregação de valor às potencialidades locais; no Amazonas, os empreendimentos se voltam para o econegócio.

O diretor da Anprotec também ressalta essa tendência. “Há um crescimento forte das incubadoras sociais e culturais com a preocupação em desenvolver a região onde estão localizadas”, diz. Segundo ele, estados e municípios buscam soluções nas incubadoras para gerar renda e trabalho para a população local.

Essa tendência foi destacada nas últimas pesquisas Panorama, realizadas pela Anprotec. Durante o seminário, a Associação vai divulgar os resultados da pesquisa Panorama 2007. A pesquisa traz as questões mais importantes relacionadas a incubadoras e parques tecnológicos e mostra as tendências desse movimento.

No seminário também será lançado um livro com 15 casos de sucesso de empresas incubadas de Minas Gerais. O Brasil tem atualmente 400 incubadoras de empresas e 50 iniciativas de parques tecnológicos em curso.

Serviço:
Evento – XVII Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas
Data – de 17 a 21 de setembro
Local – Ouro Minas Palace Hotel – Belo Horizonte (MG)
Informações – www.seminarionacional.com.br
Agência Sebrae de Notícias – (61) 3348-7494 e 2107-9362/9356


MINAS SEDIA MAIOR EVENTO DE EMPREENDEDORISMO INOVADOR DO BRASIL

Setembro 18, 2007

AGÊNCIA SEBRAE

Governador Aécio Neves e prefeito Fernando Pimentel participam da abertura do Seminário Anprotec

Ricardo Guimarães
Belo Horizonte – A Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), o Sebrae e a Rede Mineira de Inovação (RMI) promovem, a partir desta segunda-feira (17) até a sexta (21), o XVII Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas e XV Workshop Anprotec no hotel Ouro Minas Hotel em Belo Horizonte.

A programação do seminário começa nesta segunda, mas a abertura oficial do evento está marcada para as 18h30 da terça-feira (18). Estarão presentes na solenidade o governador Aécio Neves, o prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, o secretário do Ministério da Ciência e Tecnologia, Guilherme Henrique Pereira, e o secretário de Ciência e Tecnologia de Minas Gerais, Alberto Duque Portugal.

Na ocasião, será entregue o Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador. Nas cinco últimas edições do Seminário Anprotec o prêmio para a Melhor Incubadora de Empresas do Ano foi conquistado por incubadoras mineiras.

O tema do seminário é ‘Empreendedorismo inovador: explorando as novas Minas do conhecimento’. No evento serão debatidos os avanços, dificuldades e desafios das incubadoras e parques Tecnológicos no Brasil.

Serviço:
Evento – XVII Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas
Abertura – 18 de setembro, às 18h30
Local – Hotel Ouro Minas Belo Horizonte
Informações e inscrições – www.seminarionacional.com.br
Assessoria de Imprensa do Sebrae/MG – (31) 3371-8985 e 9961-2937


SEMINÁRIO: EMPREENDEDORISMO INOVADOR

Setembro 10, 2007

Seminário NacionalEvento é promovido pelo Sebrae e Anprotec de 17 a 21 de setembro;
Inscrições devem ser feitas pela internet até segunda (10)

Brasília – Debater os avanços, dificuldades e desafios do movimento de incubadoras e parques tecnológicos no Brasil. Esse é o objetivo do seminário promovido pelo Sebrae e Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores, a Anprotec.

O evento acontece de 17 a 21 de setembro em Belo Horizonte (MG), no Ouro Minas Palace Hotel. Os interessados em participar podem fazer a inscrição até esta segunda-feira (10) pela internet no endereço www.seminarionacional.com.br.

O ‘XVII Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas’ terá como tema central o ‘Empreendedorismo Inovador Explorando as Novas Minas do Conhecimento’. Na programação há atividades de capacitação, atualização, debates de tendências, apresentação de resultados e produção técnico-científica.

O diretor da Anprotec e professor da Universidade Federal de Minas Gerais, Christiano Becker, ressalta que para os empreendedores haverá minicursos nos dias 17 e 18. “Nos cursos, os empresários vão receber e atualizar informações sobre as melhores práticas de empreendedorismo inovador”, diz Becker.

Entre os temas dos minicursos estão a captação de recursos para as micro e pequenas empresas inovadoras, informações sobre incentivos fiscais e legais para a inovação, prospecção e tendências tecnológicas para pequenas e médias empresas. Cerca de mil participantes são esperados para o evento.

O seminário também abordará a tendência para os próximos 20 anos do movimento de incubadoras e parques tecnológicos. O gerente da Unidade de Acesso à Inovação e Tecnologia do Sebrae Nacional, Paulo Alvim, destaca que nos últimos três anos as incubadoras começaram a trabalhar com foco no desenvolvimento local sustentável. “Essas entidades passaram a repensar a ação produtiva com compromisso com a sociedade”, diz Alvim.

Nesse sentido, Alvim cita que no Espírito Santo, por exemplo, há incubadora voltada para a questão ambiental, com aproveitamento de resíduos; no Nordeste, principalmente no Rio Grande do Norte, o compromisso é com a agregação de valor às potencialidades locais; no Amazonas, os empreendimentos se voltam para o econegócio.

O diretor da Anprotec também ressalta essa tendência. “Há um crescimento forte das incubadoras sociais e culturais com a preocupação em desenvolver a região onde estão localizadas”, diz. Segundo ele, estados e municípios buscam soluções nas incubadoras para gerar renda e trabalho para a população local.

Essa tendência foi destacada nas últimas pesquisas Panorama, realizadas pela Anprotec. Durante o seminário, a Associação vai divulgar os resultados da Panorama 2007. A pesquisa traz as questões mais importantes relacionadas a incubadoras e parques tecnológicos e mostra as tendências desse movimento.

No seminário também será lançado um livro com 15 casos de sucesso de empresas incubadas de Minas Gerais. O Brasil tem atualmente 400 incubadoras de empresas e 50 iniciativas de parques tecnológicos em curso.

Giovana Perfeito

Serviço:
Evento – XVII Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas
Data – de 17 a 21 de setembro
Local – Ouro Minas Palace Hotel – Belo Horizonte (MG)
Informações – www.seminarionacional.com.br
Agência Sebrae de Notícias – (61) 3348-7494 e 2107-9362/9356