FEEDBACK – MELHORAR A PARTIR DO QUE O MUNDO NOS ENSINA

Novembro 18, 2007

HSMDo radical feed, alimentar, e do radical back, voltar, o termo feedback pode ser considerado como uma resposta a algo feito, executado. É uma troca de informações, de pontos de vista, que podem ser interpretadas de uma forma positiva ou negativa.

Ninguém é completo a ponto de não necessitar de aperfeiçoamento. Uma das características encontradas em grandes realizadores é a capacidade de visualizar suas fraquezas, na intenção de extingui-las. Ao reconhecer a própria vulnerabilidade, um realizador não se sente rebaixado ou incompetente. Pelo contrário: o profissional contribui decisivamente para a obtenção de um resultado melhor, tanto para ele quanto para o meio em que vive, refletindo também em seu ambiente de trabalho.

Saber receber feedback é essencial. É um exercício de humildade que vale a pena. Para quem consegue aproveitá-lo, ele se torna um grande meio de aprendizado, além de uma ótima fonte de correção de rumo. Ver a mesma situação por um ponto de vista novo faz uma grande diferença.Feedback

Da mesma forma, saber transmitir a opinião sobre o desempenho alheio é um ponto-chave para qualquer profissional que possui a incumbência de liderar equipes. Para que o feedback não seja interpretado como uma crítica, mas sim como um apoio eficaz na conquista para melhores habilidades, alguns pontos devem ser considerados:

* ser descritivo, e não avaliativo;
* ser específico, e não generalizado;
* ser compatível com as necessidades de ambas as partes, sem exaltar a importância do comunicador, e diminuir o receptor;
* ser solicitado, e não imposto; além de transmitir as informações com clareza e no menor tempo possível.

Para quebrar a resistência natural de quem está sendo analisado, é aconselhável começar sempre por aspectos positivos para depois dizer em que a pessoa pode melhorar. Além disso, é fundamental criar uma atmosfera apropriada, dedicando atenção total àquele momento, sem interrupções por telefone ou por pessoas que entrem na sala.

Qualquer profissional precisa receber feedback para aprender constantemente e, com isso, expandir a zona de conhecimento. Eles também podem ser considerados um alarme: quando recebidos de modo negativo, aliados a resultados menos expressivos, é sinal de que algo precisa ser feito.

À medida que alguém expande sua visão do mundo, passa a esperar das pessoas o que elas podem oferecer e leva os outros a agir da mesma forma. Por isso, é importante para executivos, empresários, empreendedores e profissionais de qualquer área criar um ambiente de reflexão, para que consigam absorver opiniões e pontos de vista enriquecedores. Em um ambiente assim as respostas para as mais importantes perguntas estarão sempre no ar: basta captá-las. Não por acaso, feedback é um termo emprestado da eletrônica que significa “retroalimentação” –ou seja, manter algo funcionando por suas próprias forças.

Fonte: Portal HSM On-line

10/10/2007

Garcia, Luiz Fernando

Especialista em manejo comportamental e empreendedorismo em negócios. Autor dos livros Pessoas de resultado e Gente que faz, da Editora Gente, Garcia é um dos quatro consultores certificados pelo ONU (Organização das Nações Unidas) para coordenar os seminários e capacitar os coordenadores, facilitadores e trainees do Empretec/Sebrae.

DigNow.org


REDES SOCIAIS: O FUTURO DOS NEGÓCIOS ONLINE

Novembro 7, 2007

REDES SOCIAISBoa noite amigos,

Nas últimas semanas andei navegando e analisando os conceitos e serviços das REDES SOCIAIS. Após algum tempo, pude notar as transformações que aconteceram na forma das pessoas se relacionarem. Com apenas três anos de existência, estes serviços se transformaram no maior tesouro do planeta. Não entenderam??? Vou explicar:
Inovação:
Através da análise em nichos específicos de mercado, produtos e serviços poderão ser criados e aprimorados.
Conhecimento:
Analisando estes perfis, grandes empresas podem empreender campanhas mais eficazes focadas para nichos específicos.

Esta nova forma de abordagem ao cliente final irá transformar o modo como usamos a internet hoje em dia. Os primeiros passos já estão sendo dados!!!

Últimas notícias:

- FACEBOOK CHEGA A 50 MILHÕES DE USUÁRIOS ATIVOS – 06/11/2007

- MICROSOFT NEGA TER ERRADO AO INVESTIR NO FACEBOOK – 05/11/2007

- MYSPACE SE JUNTA AO GOOGLE E REFORÇA PROJETO DA ‘WEB SOCIAL’ – 02/11/2007

- GOOGLE ‘CONTRATA’ COLABORADORES PARA TORNAR WEB MAIS SOCIAL – 01/11/2007

- GOOGLE MONTA ‘EXÉRCITO’ PARA BRIGAR COM FACEBOOK – 31/10/2007

- REDES SOCIAIS SE ARMAM PARA A ‘BATALHA DOS RECURSOS’ – 29/10/2007

- MICROSOFT PAGA US$ 240 MILHÕES POR 1,6% DO FACEBOOK – 24/10/2007

Seguindo esta trajetória, acredito que nos próximos anos, pouco a pouco, os sites de busca deixarão de ter a importância que têm. Prepare-se para o novo modelo que está se formando.

[]´s


BRANDING: DESIGN E ESTRATÉGIAS DE MARCAS

Novembro 7, 2007

HSMNo mundo contemporâneo de mercados globalizados e novas tecnologias da informação –principalmente, as digitais–, as relações com os produtos sofreram alterações consistentes, e a desmaterialização dos objetos intensifica a importância do papel que a marca passa a exercer.

Nesse novo contexto histórico, em que as identidades e as relações mais humanizadas ganham valor, as marcas serão o ponto-chave para estratégias de sobrevivência das empresas.

De certa maneira, é simples perceber que a convivência com a chamada alta tecnologia afeta necessidades simples e intrínsecas ao ser humano como, por exemplo, o lidar com nossas emoções. Também é simples perceber que, a cada dia, a qualidade e o preço de produtos similares ficam cada vez mais próximos.

Dessa forma, em diversas empresas, acompanhamos ações de design de produtos como estratégias pontuais para estabelecer uma diferenciação frente à concorrência. Isso também incentiva uma corrida frenética por inovação, trazendo, para o usuário, inúmeros objetos novos, totalmente desconhecidos, que podem mudar sua maneira de viver.

O ponto-chave está em relacionar o produto ou serviço de tal modo que o usuário possa se identificar e, conseqüentemente, memorizar –ou, no mínimo, reconhecer– a marca.

Isso acontecerá no exato e breve momento do contato, quando o usuário terá uma experiência única e singular, motivo pelo qual essa experiência deve ser muito bem planejada. Por isso, o planejamento estratégico de marca passa hoje por três pontos focais: a humanização, o design e os ambientes.

Humanização – Passamos por vários momentos recentes da história em que valorizamos, em especial, as máquinas. Elas eram o ponto central de nossas vidas (era do hardware).

Mais recentemente, com o advento da informática e da tecnologia digital, os programas passaram a dominar nossas ações (era do software), e, diante desse panorama, acreditamos que, a partir de agora, devemos centrar o foco de nossas ações no ser humano (humanware).Marcas do futuro

A humanização das marcas diz respeito à necessidade de compreender e gerar ligações emocionais entre elas e os usuários.

As marcas devem expandir seu universo sensorial e inteligente, dar importância a todos os sentidos. Não se trata de abandonar a visão, mas de implementar novos meios para que os outros sentidos também sejam atendidos.

Trata-se também de entender bem os desejos e os anseios que os usuários não conseguem expressar com exatidão e que as pesquisas, na maioria, não demonstram –o que nos leva a buscar novas formas de pesquisá-los.

As marcas também devem trabalhar com conceitos coerentes com sua identidade –e estes devem ser simples, objetivos e coesos. Definir o conceito antes de definir as estratégias de marca é pré-conceito.

Humanização das marcas diz respeito também a reconhecer e compreender as múltiplas inteligências (GARDNER, 1995).

Cada ser humano tem uma forma especial de compreender o mundo e de processar a informação que recebe. Portanto, as marcas não devem escolher meios únicos, padronizados, de se conectar com o usuário. Não estamos medindo quantidade de inteligência, mas qualidades –e, principalmente, não estamos estimulando o uso de inteligência para acertar, mas para incentivar estudos de erro. Errar bastante enquanto se projeta e se planeja.

Design – Ações de marcas são investimentos, são ações de futuro, são ações culturais, que têm o tempo certo de plantar, regar e colher –e perceber os erros nos permite corrigi-los e estender a duração dessas ações. Aqui, entramos em um novo tópico: visão de futuro.

O importante é preparar-se para as mudanças que estão sendo projetadas e que, de alguma forma, a sociedade aguarda ou deseja.

As marcas devem evitar surpresas. Surpresas não podem acontecer só com nossa marca. Se todos no mercado estão se preparando para mudanças e novidades, as marcas devem estar atentas para seguir ou não essas mudanças, mas conscientes delas.

Aqui, o design estratégico ganha espaço, pois o tempo do design é o futuro. Design é uma disciplina que permite tornar visível o que até agora não existe em nossa realidade.

É uma disciplina que permite estudar e preparar novas realidades, compreender e estabelecer metas e possíveis caminhos a empreender para esse futuro desejado. Se o futuro é de constantes inovações, devemos atualizar constantemente as estratégias, revendo, reanalisando e redesenhando esse futuro. Isso mantém as marcas vivas.

Os ambientes – Finalmente, é importante destacar que essas experiências que as marcas devem proporcionar –muitas vezes, singulares–, não podem acontecer apenas ao acaso.

Isso nos obriga a pensar espaços especialmente preparados para analisar e estudar os contatos entre a marca e os usuários. As marcas têm de pensar em ambientes comerciais próprios para esse fim, têm de pensar em espaços exclusivos para a apresentação da marca, ou brand spaces.

Não são espaços para vender produtos, mas para propiciar uma experiência de marca. A maior parte das lojas tem seus ambientes comerciais focados na venda de produtos, e não na de marca. Por isso, a maioria não é lembrada.

Para encerrar, cabe destacar que cada marca deve ter sua identidade muito bem definida, o que a tornará única.

Dessa forma, as estratégias de marca devem ser definidas conforme essas identidades: o que serve para uma pode não se aplicar a outra. Talvez, o único conselho que possa ser indicado a todas, sem exceção, é estimular estratégias de design, pois isso as ajudará a pensar e preparar sempre o futuro.

Fonte: Portal HSM On-line

31/10/2007
Guillermo, Álvaro


CONSULTOR DE MARKETING PLENO – RJ

Setembro 17, 2007

Duração do Projeto: 5 meses

Requisitos:

  • Formação superior completa;
  • Amplos conhecimentos de marketing, planejamento e trade-marketing;
  • Vivência em projetos ou empresas de consumo/varejo;
  • Dominio de Excel;
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Salário: R$ 4.000,00

Enviar curriculo para cpinheiro@mavis.com.br

Favor só enviar curriculo no perfil e com disponibilidade para projeto temporario.