REDES SOCIAIS: O FUTURO DOS NEGÓCIOS ONLINE

Novembro 7, 2007

REDES SOCIAISBoa noite amigos,

Nas últimas semanas andei navegando e analisando os conceitos e serviços das REDES SOCIAIS. Após algum tempo, pude notar as transformações que aconteceram na forma das pessoas se relacionarem. Com apenas três anos de existência, estes serviços se transformaram no maior tesouro do planeta. Não entenderam??? Vou explicar:
Inovação:
Através da análise em nichos específicos de mercado, produtos e serviços poderão ser criados e aprimorados.
Conhecimento:
Analisando estes perfis, grandes empresas podem empreender campanhas mais eficazes focadas para nichos específicos.

Esta nova forma de abordagem ao cliente final irá transformar o modo como usamos a internet hoje em dia. Os primeiros passos já estão sendo dados!!!

Últimas notícias:

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- MICROSOFT PAGA US$ 240 MILHÕES POR 1,6% DO FACEBOOK – 24/10/2007

Seguindo esta trajetória, acredito que nos próximos anos, pouco a pouco, os sites de busca deixarão de ter a importância que têm. Prepare-se para o novo modelo que está se formando.

[]´s


Networking. Um quebra-cabeça para manter sua rede em dia

Setembro 4, 2007

Administradores

Creio que está claro que vivemos numa realidade de mercado de trabalho muito diferente da dos nossos pais. Apesar de estarmos numa economia aparentemente crescente, na prática – principalmente no mundo corporativo – ainda há muita gente em busca de emprego, algumas sendo contratadas e muitas perdendo suas posições. O turn-over, ou o popular “entra e sai” de funcionários é constante.

Pois, independente do desempenho da economia, muitas companhias têm na competitividade não mais o seu diferencial, mas sua sobrevivência. Isso significa mudanças mais freqüentes no lay-out da organização do trabalho: revisões de cargos, substituições de funções, ampliação de responsabilidades, automatização de processos, redução ou aumento de mão-de-obra e, também, de “cabeças-pensantes”.

Ou seja, as organizações e seus ambientes de trabalho são alvos de muitas variáveis estratégicas: trocas, aquisições, fusões, cisões e fechamentos de unidades. Essa nova realidade trás à carreira executiva a possibilidade de um rumo diferente. No lugar de uma vida toda dedicada a uma companhia com lentas promoções internas, uma vida mais dinâmica com uma carreira composta por vários empregos, em várias empresas, com rápidas e muitas promoções e, também, algumas demissões no meio do caminho. Histórias de sucessos e fracassos num mesmo currículo são e serão freqüentes na nossa vida corporativa.

Isso quer dizer que mais dia menos dia perderemos nosso emprego. E conseguiremos outro! A questão é o tempo que demoraremos a encontrar este novo emprego. Todos sabemos, quanto mais rápido uma colocação, mais fácil e melhor. Quanto mais lenta, mais as dificuldades aumentam, os contatos se distanciam e o sentimento de exclusão se evidencia. A essa capacidade de se colocar rapidamente, chamamos de “empregabilidade”.

E o que o Network tem a ver com isso?
Aí entra a importância do network. Criar e manter rede de contatos garante o surgimento de oportunidades para o trabalho, para empresa e, também, para carreira. Oportunidades para você e para sua rede, numa via de mão dupla.

Esse é o benefício do network – a geração de oportunidades mútuas – que pode garantir mais negócios, conhecimentos e empregos. E quanto mais network você conseguir, maior será o seu “campo e poder de influência”.

A sociedade moderna trouxe essa nova habilidade para o ser humano. O seu poder de influir, não somente as pessoas fisicamente mais próximas, mas a todos com as quais temos contato. Mesmo que muitas vezes, por meio de mensagens eletrônicas.

Como praticar Network? Fazer Networking?
Uma coisa tem que ficar bem clara: não é o network que cria a pessoa, é a pessoa que cria o network em função das suas características humanas e profissionais. Portanto, network é conseqüência, por isso mesmo pessoas éticas e competentes têm sempre bons contatos e um bom campo de influência. Ou deveriam ter.

Muitas vezes não utilizamos todo o potencial de network que podemos criar e manter. Possibilidades existem, faltam em alguns casos, o hábito e a atenção a esta nova competência atrelada à empregabilidade e ao empreendedorismo – construir rede de contatos e transformá-la em rede de relacionamentos.

Rede de contatos
Todos nós temos rede de contatos, por menor que seja ela já existe, são nossos colegas de trabalho, fornecedores, clientes e parceiros de negócios, amigos de faculdade, amigos mais próximos, familiares e até vizinhos. Contato todo mundo tem. Agora, numa rede organizada e estruturada, só as pessoas que se preocupam com o network.

Em outras palavras, quando nos preocupamos com rede, temos o cuidado de registrar, classificar e agrupar essa informação. Com isso podemos visualizar melhor nossos contatos e, com eles, expandir nosso campo de influência, encontrando e distribuindo oportunidades.

Tente organizar seus contatos, comece pela sua agenda, visualize todos os nomes e, se houver só informações básicas – nome, email e telefone – busque complementar cada “registro” com informações que for lembrando. Adicione e complemente dados de outras agendas, olhe no seu Outlook, no Palm e no monte de cartões de visitas que “colecionamos”. Depois crie grupos ou classificações, por exemplo “família & amigos” e “contatos profissionais”. Você pode fazer isso numa planilha Excel; perceba cruzando dados e visualizando de modo amplo, a importância de cada contato para sua vida profissional. Esse simples exercício de organização já vai ajudar a perceber que conhecemos muito mais gente do que imaginávamos. Agora frente aos seus objetivos no campo profissional, visualize as pessoas que por alguma razão são importantes e perceba seu grau de relevância e influência nestes contatos.

Em alguns casos o grau é tão alto que com certeza não se trata mais só de um contato, mas de um relacionamento com reconhecimento mútuo e muitas histórias. Por outro lado, confira que há muitas pessoas importantes para você que por alguma razão, são apenas contatos. Destas, você encontrará dois grupos: o dos contatos com e sem reconhecimento. É o contato com reconhecimento, e ainda sem relacionamento, que merece sua atenção. Geralmente são pessoas que sabem seu valor, têm boa opinião a seu respeito, mas por alguma razão – talvez o nosso corre-corre no dia-a-dia – não migraram para um relacionamento na sua vida profissional.

Aí se pergunte: Por que não dou tanta atenção a quem merece e me reconhece? Não estamos falando em “forçar uma amizade”, isso acontece quando não somos reconhecidos pelos contatos e tentamos criar um vínculo. Estamos falando de pessoas que nos conhecem, sabem do nosso trabalho, nosso valor pessoal e profissional, têm admiração, mas por motivos já citados, não damos atenção e, pior, muitas vezes “sumimos”.

Muita gente busca desesperadamente investir em novos contatos, quando o caminho mais natural é valorizar o network que já temos. Porém mais uma vez é importante deixar claro, network é conseqüência. E o reconhecimento não vem da reaproximação, vem de algo natural que houve e há entre você e seus contatos.

Gerando leads e novos contatos
Em paralelo à reorganização dos contatos atuais e a valorização dos contatos com reconhecimento, para ser um bom networker é necessário saber gerar leads – novos contatos, novas pessoas para a sua rede.

Há duas formas para estabelecer novos e bons contatos: a primeira é a natural e a que efetivamente mais funciona, aproveitando sua exposição em vários campos de influência já existentes (empresa, escola, família, clube, vizinhança etc.) – para isso a dica é simples: apresente-se e mantenha-se sempre prestativo, atencioso, comunicativo e amigável. Essas características cada pessoa tem em um nível; o importante é você utilizá-las respeitando seus limites, sem “forçar” algo que você não é. Claro que com tempo podemos nos desenvolver e reduzir nossas limitações; porém, vale repetir: network é conseqüência. O uso inadequado o transformará numa pessoa vista como “chata” e interesseira.

A outra forma de gerar leads é se expondo em novos “campos de contato”. Locais, eventos e reuniões que não costuma freqüentar, mas que podem ser interessantes em função do conhecimento adquirido, da possibilidade de novos negócios e da formação de novos contatos. Feiras de negócios possuem este objetivo. Associações e entidades de classe também têm isso como função.

Eventos pertinentes à sua carreira são momentos importantes para novos contatos. O necessário em eventos corporativos é saber realizar esses leads. Para isso, a melhor forma é se manter sempre acessível e próximo às pessoas, tomando cuidado de não forçar situações e deixando espaço para a causalidade de um contato. Portanto quanto mais exposto melhor, mas sem exageros, respeitando seu modo de agir.

Enfim, pela empregabilidade, empreendedorismo e conhecimento, precisamos ser networkers. Precisamos nos expor, saber gerar leads, transformá-los em contatos com reconhecimento, progredindo para rede de relacionamentos movida à reputação e histórias comuns. Isso garantirá um amplo “campo de influência”, que o premiará com um grau maior de “poder de influência” junto às pessoas da rede.

Com a rede armada e estendida teremos em mãos uma grande vantagem competitiva, para você e para seus contatos, pois o network só se manterá sólido se, além de receber oportunidades, você e cada um da rede também souberem contribuir, doar e ajudar. Network é para todos!

Marcelo Miyashita


SEMINÁRIO WEB 2.0

Setembro 1, 2007

Web 2.0

Bom dia pessoal,

No dia 17 de setembro acontecerá, em São Paulo, o seminário WEB 2.0 promovido pela Revista Info. Será uma ótima oportunidade, para ampliar o networking e entender as novas tendências da internet no Brasil.

Local:
Hotel Blue Tree Towers Morumbi
Av. Roque Petroni Junior, 1000
Brooklin Novo – São Paulo / SP

Informações: (11) 3052-3647 – R.:27
Segunda a sexta das 09hs às 18hs


O ARREMESSADOR DE ESTRELAS

Agosto 31, 2007

Administradores.com.br

Essa passagem do livro “O Arremessador de Estrelas” chamou-me muito a atenção pelo conteúdo e mensagem que traz, e por isso resolvi inserí-la na newsletter dessa semana. É uma versão livre que eu adaptei do livro.

“O cientista-poeta Loren Eiseley, em seu livro O Arremessador de Estrelas, menciona que certa vez ele estava caminhado numa praia onde havia milhares de estrelas do mar esparramadas pela maré. A certa altura viu , bem ao longe, uma pessoa que parecia estar dançando próximo ao mar. Ele sorriu, imaginando alguém dançando na praia.

Quando se aproximou mais percebeu que se tratava de um rapaz, pegando uma a uma as estrelas do mar e jogando-as de volta ao oceano. Eiseley ficou observando o jovem por alguns minutos e, em seguida, perguntou-lhe o que estava fazendo.

“Talvez eu devesse ter perguntado por que estava fazendo aquilo, ao invés de inquirir o que estava fazendo”, escreveu Eiseley mais tarde em seu livro.

O rapaz respondeu que estava atirando estrelas do mar de volta para o oceano, porque logo a maré iria baixar e elas morreriam.

Eiseley retrucou: “ Mas há milhares delas ao longo da praia. Que diferença fará você salvar algumas poucas, quando tantas estão condenadas?”

O rapaz ouviu atentamente, pegou mais uma estrela do mar e jogou-a no oceano. Em seguida, voltou-se para Eiseley e disse: “Vai fazer uma tremenda diferença para essa aí.”

Eiseley ficou desnorteado. Não sabia o que pensar. Deixou o rapaz e foi para casa. A noite não conseguiu escrever, pois a cena do rapaz na praia não lhe saia da mente.

Finalmente, ele se apercebeu de uma coisa que nem o cientista, nem o poeta nele haviam entendido: aquele rapaz fizera uma opção de agir no mundo em vez de ser um mero espectador. Ele optou em fazer uma diferença.

No dia seguinte, cedinho, Eiseley levantou-se sabendo que tinha alguma coisa de importante a fazer. Voltou a praia e passou o dia todo ajudando o rapaz a jogar estrelas do mar de volta ao oceano.”

E agora?? Não só como consultor mas, principalmente, como ser humano, freqüentemente eu venho me perguntado: “Quantas estrelas do mar eu tenho lançado de volta para o mar ao longo da minha vida? Que diferença eu tenho feito?”

E você, amigo leitor, já se perguntou quantas estrelas do mar você tem arremessado ao mar? Que diferença tem feito?

A resposta morrerá com cada um de nós, mas certamente não os resultados, que falarão por si.

Ernesto Artur Berg
ernestoberg@yahoo.com.br – berg@quebrandobarreiras.com.br
www.quebrandobarreiras.com.br


Congresso ExpoManagement

Agosto 30, 2007

ExpoManagement

A ExpoManagement apresenta a sua 7ª edição no Brasil.

Combinando um elevado padrão de organização com um público altamente selecionado, formado por decisores, os diversos ambientes da ExpoManagement são estruturados para propiciar oportunidades de relacionamento entre os participantes:

- Auditório Principal*: palestras fechadas com treze renomados especialistas nacionais e internacionais apresentam os principais temas em gestão empresarial. Em 2005, mais de 3,5 mil executivos participaram em cada um dos três dias de evento.

- Exposição: um espaço interativo, dividido por praças temáticas, boulevards, com estandes de soluções em gestão de vendas, pessoas, conhecimento e empreendedorismo, além de projetos especiais a cada ano.

* exclusiva para Passes Dourados e Verdes

Vivencie esta experiência inesquecível de aprendizado ao lado dos mais influentes líderes e pensadores do mundo empresarial!

Local do evento | Transamérica Expo Center
Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387
Santo Amaro (atrás do Hotel Transamérica)
São Paulo-SP


Afiando o software mental

Agosto 24, 2007

HSMMais que um simples pedaço de papel contendo informações básicas sobre determinada pessoa, o cartão de visitas é o passaporte para um universo de possibilidades. Basta enxergá-lo de um jeito diferente, atualizando o software mental de forma a ter uma visão mais ampla e produtiva.

Por trás de cada cartão de visita há uma pessoa, com uma história de vida e carreira, conhecimentos, experiências, relacionamentos. O ato de trocar cartões representa a oportunidade de acesso ao mundo do outro, em uma via de mão dupla. Os vínculos são criados no momento do encontro, no diálogo inicial. Para vingarem, precisam ser nutridos, o que demanda dedicação, tempo e cultivo.

Na ânsia de ampliar o chamado networking, muitos se apressam em distribuir e coletar cartões de forma indiscriminada, sem ao menos investir certo tempo para conhecer um pouco mais o interlocutor. Negligenciam, desta forma, a oportunidade de alinhavar o relacionamento e criar as bases para que ele frutifique. Isso explica a razão de, passado algum tempo, muitas pessoas se recordarem apenas vagamente (ou nem se lembrarem) do dono do cartão. O passaporte perde sua função, tornando-se peça inútil, sem proveito.

Trocar cartão deve ser conseqüência do encontro e não um rito pró-forma. Informações relevantes do contato precisam ser registradas, valendo a pena ocupar o verso do papel com indicações que possam ser úteis no futuro: quem é a pessoa, quando e em que circunstâncias a conheceu, teor da conversa, informações trocadas e tudo o mais que agregue valor. Só assim se estabelecem as bases que podem dar vida à rede de relacionamentos, multiplicando os dividendos do capital social.

Minarelli, José Augusto

Presidente da Lens & Minarelli, consultoria em outplacement e aconselhamento de carreira.