PESQUISA APONTA O QUE EXECUTIVOS PENSAM SOBRE A APRENDIZAGEM CORPORATIVA

Novembro 25, 2007

HSMElaborada pela MindQuest juntamente com a Fhios (empresa de pesquisa centrada no usuário, com atuação global), a pesquisa Aprendizagem Corporativa On-line: o que os executivos brasileiros pensam sobre o assunto mostra que a aprendizagem corporativa on-line começa a romper barreiras culturais e promover mudanças na forma de entender, conduzir e desenvolver líderes dentro das organizações. Também, que praticidade e economia de tempo são os fatores mais importantes para esse público.

A pesquisa foi aplicada preliminarmente em setembro de 2006 como base para a elaboração da arquitetura de informação do ambiente virtual de aprendizagem Cognitio, da MindQuest. A segunda rodada, mais ampla, foi aplicada de 24/09 a 25/10, por meio de uma pesquisa on-line. Participaram 325 gestores, nos cargos de diretores, gerentes (52,61%), supervisores (20,62%), dentre outros (26,77%), dos setores de energia, financeiro, farmacêutico, tecnologia, telecomunicações e serviços.

A diversidade de fontes e formatos utilizados para o desenvolvimento de habilidades profissionais foi um dos destaques da pesquisa. Entre os recursos mais citados estão, além de leitura de livros, artigos, periódicos, treinamentos presenciais, internet e intranet.

Para solucionar problemas do dia-a-dia no trabalho, considerando a pressão de tempo, as alternativas mais usuais detectadas, pela sua confiabilidade, imediatismo, especificidade e conveniência, são a consulta a colegas e amigos e consulta ao superior ou à liderança, seguidos de acesso à intranet.

A internet é considerada importante para a aprendizagem e o desenvolvimento de habilidades profissionais pela facilidade de acesso às informações, variedade e agilidade, segundo 68,47% das respostas. No entanto, esta ferramenta tem pouca credibilidade e qualidade de informações, itens citados apenas por 3,84% dos entrevistados. Do total, 28,07% das pessoas acessam a internet pelo menos uma vez por dia para se desenvolver, o mesmo percentual de pessoas que acessam pelo menos uma vez por semana.

Mas o que compromete a qualidade de um site durante o acesso? Insegurança com relação às informações, dificuldade de navegação e acesso restrito são os itens mais apontados (61,81%). O que agrega valor aos sites utilizados são a qualidade do conteúdo, credibilidade e atualização, seguidos por agilidade na navegação, volume de informações e funcionalidades.

Concluiu-se também que o desenvolvimento é visto pelo RH como um evento (46,25% disseram que a freqüência desse tipo de atividade é semestral), e não como uma atividade contínua (on demand). Os cursos, para essa finalidade, estão entre as últimas opções dos usuários. Há uma crescente busca por recursos práticos e rápidos.

A melhor forma de avaliar a eficácia da aprendizagem corporativa on-line é o potencial de aplicabilidade e utilidade do conhecimento, critério apontado por 32,13% dos entrevistados e valorizado ainda mais pelos diretores e gerentes. Em segundo lugar, aparece a melhoria do desempenho profissional, com 28,02%.

Flexibilidade de tempo é o principal benefício (26,39%) do aprendizado corporativo on-line. Em segundo lugar, aparece a democratização do desenvolvimento e da capacitação, beneficio valorizado ainda mais pelas pessoas em nível de diretoria e gerência. A falta de tempo é dificuldade apontada por cerca de 40% dos participantes.

Objetivos – Entender as preferências e comportamentos de executivos brasileiros, enquanto gestores e usuários, em relação à aprendizagem corporativa on-line e identificar possíveis gaps existentes entre o que os usuários esperam e o que está sendo ofertado pelos RHs das organizações foram os objetivos desse levantamento.

A MindQuest não foi identificada como realizadora da pesquisa em nenhum momento, para obter o maior grau de franqueza dos entrevistados.

Fonte: Portal HSM On-line


INCUBADORAS DEVEM CONTRIBUIR COM DESENVOLVIMENTO LOCAL

Setembro 18, 2007

AGÊNCIA SEBRAE

Evento promovido pelo Sebrae e Anprotec, a partir da segunda (17) em Belo Horizonte, destaca contribuição das incubadoras para o País

Giovana Perfeito
Brasília – Debater os avanços, dificuldades e desafios do movimento de incubadoras e parques tecnológicos no Brasil. Esse é o objetivo do seminário promovido pelo Sebrae e pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores, a Anprotec. O evento acontece a partir da segunda-feira (17) e prossegue até a sexta-feira (21) em Belo Horizonte (MG) no Ouro Minas Palace Hotel.

O ‘XVII Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas’ terá como tema central o ‘Empreendedorismo Inovador Explorando as Novas Minas do Conhecimento’. Na programação há atividades de capacitação, atualização, debates de tendências, apresentação de resultados e produção técnico-científica.

O diretor da Anprotec e professor da Universidade Federal de Minas Gerais, Christiano Becker, ressalta que para os empreendedores haverá minicursos nos dias 17 e 18. “Os empresários vão receber e atualizar informações sobre as melhores práticas de empreendedorismo inovador”, diz Becker.

Entre os temas dos minicursos estão a captação de recursos para as micro e pequenas empresas inovadoras, informações sobre incentivos fiscais e legais para a inovação, prospecção e tendências tecnológicas para pequenas e médias empresas. Os organizadores esperam contar com a participação de cerca de mil pessoas no evento.

O seminário também abordará a tendência para os próximos 20 anos do movimento de incubadoras e parques tecnológicos. O gerente da Unidade de Acesso à Inovação e Tecnologia do Sebrae Nacional, Paulo Alvim, destaca que nos últimos três anos as incubadoras começaram a trabalhar com foco no desenvolvimento local sustentável. “Essas entidades passaram a repensar a ação produtiva de forma comprometida com a sociedade”, diz Alvim.

Nesse sentido, Alvim cita que no Espírito Santo, por exemplo, há incubadora voltada para a questão ambiental, com aproveitamento de resíduos; no Nordeste, principalmente no Rio Grande do Norte, o compromisso é com a agregação de valor às potencialidades locais; no Amazonas, os empreendimentos se voltam para o econegócio.

O diretor da Anprotec também ressalta essa tendência. “Há um crescimento forte das incubadoras sociais e culturais com a preocupação em desenvolver a região onde estão localizadas”, diz. Segundo ele, estados e municípios buscam soluções nas incubadoras para gerar renda e trabalho para a população local.

Essa tendência foi destacada nas últimas pesquisas Panorama, realizadas pela Anprotec. Durante o seminário, a Associação vai divulgar os resultados da pesquisa Panorama 2007. A pesquisa traz as questões mais importantes relacionadas a incubadoras e parques tecnológicos e mostra as tendências desse movimento.

No seminário também será lançado um livro com 15 casos de sucesso de empresas incubadas de Minas Gerais. O Brasil tem atualmente 400 incubadoras de empresas e 50 iniciativas de parques tecnológicos em curso.

Serviço:
Evento – XVII Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas
Data – de 17 a 21 de setembro
Local – Ouro Minas Palace Hotel – Belo Horizonte (MG)
Informações – www.seminarionacional.com.br
Agência Sebrae de Notícias – (61) 3348-7494 e 2107-9362/9356


MINAS SEDIA MAIOR EVENTO DE EMPREENDEDORISMO INOVADOR DO BRASIL

Setembro 18, 2007

AGÊNCIA SEBRAE

Governador Aécio Neves e prefeito Fernando Pimentel participam da abertura do Seminário Anprotec

Ricardo Guimarães
Belo Horizonte – A Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), o Sebrae e a Rede Mineira de Inovação (RMI) promovem, a partir desta segunda-feira (17) até a sexta (21), o XVII Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas e XV Workshop Anprotec no hotel Ouro Minas Hotel em Belo Horizonte.

A programação do seminário começa nesta segunda, mas a abertura oficial do evento está marcada para as 18h30 da terça-feira (18). Estarão presentes na solenidade o governador Aécio Neves, o prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, o secretário do Ministério da Ciência e Tecnologia, Guilherme Henrique Pereira, e o secretário de Ciência e Tecnologia de Minas Gerais, Alberto Duque Portugal.

Na ocasião, será entregue o Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador. Nas cinco últimas edições do Seminário Anprotec o prêmio para a Melhor Incubadora de Empresas do Ano foi conquistado por incubadoras mineiras.

O tema do seminário é ‘Empreendedorismo inovador: explorando as novas Minas do conhecimento’. No evento serão debatidos os avanços, dificuldades e desafios das incubadoras e parques Tecnológicos no Brasil.

Serviço:
Evento – XVII Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas
Abertura – 18 de setembro, às 18h30
Local – Hotel Ouro Minas Belo Horizonte
Informações e inscrições – www.seminarionacional.com.br
Assessoria de Imprensa do Sebrae/MG – (31) 3371-8985 e 9961-2937


ESPECIALISTAS DEBATEM SOLUÇÕES PARA AMPLIAR CONCESSÃO DE MICROCRÉDITO

Setembro 8, 2007

Agência Sebrae

Seminário no Rio de Janeiro reúne propostas de diferentes setores para criação de um ambiente mais favorável para os empreendedores

Regina Mamede
Rio de Janeiro – O que deve ser feito para a massificação do microcrédito no Brasil? Esta pergunta mobilizou especialistas de diferentes instituições públicas, privadas e organizações do terceiro setor. As discussões aconteceram durante o seminário ‘O Desafio do Microcrédito Produtivo Orientado Perspectivas e Tendências’, realizado na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro, nesta quarta (5) e quinta-feira (6).

Redução dos custos, sistemas facilitados de desembolsos e recebimentos das parcelas devidas pelos clientes, desburocratização, capacitação e padronização das informações foram algumas das sugestões apresentadas para ampliar a concessão do microcrédito.

Representantes de bancos oficiais e privados como Itaú, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil – BB/Banco Popular do Brasil e Banco do Nordeste (BNB) fecharam o ciclo de palestras. Nas discussões, ficou evidente a preocupação com a busca de um modelo que facilite as análises para concessão do microcrédito. “Precisamos entender melhor as operações e as dificuldades do mercado para simplificar o processo”, resumiu o representante da Caixa, Jorge Pedro de Lima Filho. “Estamos apostando na capacitação dos agentes e um dos instrumentos tem sido o curso do Sebrae Aprendendo a Empreender”, completou Stélio Gama, do BNB.

Encontrar uma fórmula eficiente que possa unir as instituições financeiras, que têm capilaridade e tecnologia, como os operadores tradicionais de microcrédito, que conhecem de perto a realidade das comunidades em que atuam, é o grande desafio. “É preciso criar um ambiente de negócios favorável para os pequenos empreendimentos. A concessão do microcrédito é importante ferramenta para o combate à pobreza no Brasil”, reforçou o representante do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (Iets), André Urani.

‘Não é simplesmente porque se trabalha com um público excluído do sistema financeiro e que propicia maiores condições de geração de emprego e renda que os bancos vão disponibilizar recursos para o setor. Operadores de microcrédito como as OSCIps devem trabalhar para ganhar mais visibilidade e adotar relações de negócios mais transparentes’, pondera o consultor do Sebrae Nacional, Eli Moreno.

As discussões desse seminário serão reunidas em um documento que será apresentado no
Fórum Nacional de Microfinanças, programado para acontecer no fim de setembro. Na oportunidade, serão retomadas as discussões de alternativas concretas para a criação de um ambiente de negócios mais favorável.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias